segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CORINTHIANS



Treinador fica em dúvida após atuação de Polga como volante. Felipe e Willian Arão estão na briga pelo lugar, enquanto Ramírez deve ficar fora


O domingo não será de descanso para o técnico Tite. Um dia depois do empate contra o Santos, no Pacaembu, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro (veja os melhores momentos no vídeo ao lado), o treinador vai aproveitar o restante do fim de semana para decidir a lista dos 23 jogadores do Corinthians que disputarão o Mundial de Clubes, em dezembro, no Japão. São poucas dúvidas.
Ele não sabe se leva o zagueiro Anderson Polga como o reserva imediato do volante Ralf, jogador de maior poder de marcação no elenco. O pentacampeão foi utilizado na função diante do Peixe e teve um rendimento bastante discreto, saindo no segundo tempo para a entrada de Guilherme.
– Com o Polga, a primeira bola defensiva fica bem montada. Fazia tempo que ele não jogava nessa função. O que não tínhamos era fazer o passe fluir, mas ele estava dando consistência defensiva pelo lado esquerdo. Um cara mais fixo pode ser o Polga. Se precisarmos de alguém que construa mais, é o Guilherme – explicou.
Tenho alguns machucados, pode entrar o Felipe para zagueiro... segunda-feira eu defino"
Tite
Caso Polga seja o escolhido para a função, abre-se uma vaga na zaga. Assim, Felipe, de 23 anos, ficaria com o lugar. O jogador, pouco utilizado em todo ano e última opção do setor, quase foi emprestado para o Flamengo durante o Brasileirão, mas teve uma nova chance depois de agradar ao treinador na partida diante do Bahia, no Pacaembu.
A outra alternativa de Tite é manter o veterano defensor como zagueiro. Se isso acontecer, ele deve optar por mais um volante no grupo, provavelmente Willian Arão, de 20 anos. O marcador também não esteve em muitas partidas ao longo do ano e perdeu ainda mais espaço no elenco depois que a diretoria contratou Guilherme, da Portuguesa.
– Vou para casa e ver com calma. Tenho alguns machucados, pode entrar o Felipe para zagueiro...segunda-feira eu defino – disse Tite.
A surpresa deve ser a ausência do meia Ramírez. Além de ter perdido espaço no segundo semestre, o jogador tem uma lesão na coxa esquerda e não sabe se estará recuperado. O peruano, aliás, corre o risco de deixar o clube na temporada 2013. Ele já manifestou o interesse de se transferir para atuar com mais frequência e pode ser emprestado ao Universitario-PER.
– Praticamente fora - disse o treinador em referência a Ramírez no fim da entrevista coletiva de sábado.

Confira a provável lista dos 23 inscritos do Corinthians:
Goleiros: Cássio, Julio Cesar e Danilo Fernandes
Laterais: Alessandro, Fábio Santos e Guilherme Andrade
Zagueiros: Chicão, Paulo André, Wallace, Anderson Polga e Felipe (Willian Arão)
Volantes: Ralf, Paulinho, Guilherme e Edenílson
Meias: Douglas, Danilo e Giovanni
Atacantes: Emerson, Paolo Guerrero, Jorge Henrique, Martinez e Romarinho
Tite Corinthians grupo  (Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians)Grupo do Corinthians está praticamente definido (Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians
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SERIE B



Posição dos novos jogadores, segundo o diretor João Alfredo Costa Filho, vai depender de avaliação do técnico, ainda indefinido


Com a vaga garantida na elite nacional, o Atlético-PR já começa a pensar na próxima temporada. O clube pretende contratar quatro ou cinco reforços para 2013. O diretor de futebol rubro-negro, João Alfredo da Costa Filho, afirma que a posição dos contratados vai depender de avaliação do técnico (ainda indefinido), mas ele garante que os novos jogadores vão ser "nível Série A":
- Vamos começar um planejamento, fazer uma avaliação para as contratações e sair a campo. Vamos buscar quatro ou cinco jogadores, mas o setor deles depende do técnico. Os jogadores, claro, vão ser nível Série A - fala João Alfredo ao GLOBOESPORTE.COM.
Time atleticano comemora o acesso (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)Atlético-PR já pensa em reforços para 2013 (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)
Sobre o comandante rubro-negro, Ricardo Drubscky - que quer permanecer - tem vínculo com o clube. A diretoria deve definir durante a semana se ele continua ou não à frente da equipe. Com duas passagens, o atual treinador atleticano tem, ao todo, 25 partidas pelo clube, com 15 vitórias, sete empates e apenas três derrotas.
Depois de definir o técnico para 2013, o Atlético-PR vai, além de traçar o perfil dos reforços, definir os jogadores que permanecem no clube. O lateral-direito Maranhão e o armador Henrique, titulares durante a Série B, por exemplo, têm contratos perto do fim - acabam em 31 de dezembro de 2012. Na próxima temporada, o Furacão vai disputar a Série A, o Campeonato Paranaense e a Copa do Brasil
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FORMULA 1



Caótico e imprevisível, GP do Brasil tem reza forte de Alonso, vitória de Button, despedida de Schumacher, redenção de Massa e estrelas no paddock


Sebastian Vettel queria a normalidade. Fernando Alonso, a chuva, o caos. No GP do Brasil deste domingo, o pedido atendido foi o do espanhol. Ele sabia que, com uma Ferrari inferior à RBR, só o acaso o faria alcançar o sonhado tricampeonato. A chuva veio. O caos também. Na primeira volta, o pedido de Alonso parecia ter saído melhor do que a encomenda. Vettel trombou com Bruno Senna e rodou. Por pouco não deixou a prova. Começava a odisseia. Voltou em último. Com o carro danificado. Precisou escalar o pelotão. E quando alcançou o sétimo lugar que lhe garantia o título, a RBR se confundiu com o "chove e não molha". O alemão parou duas vezes nos boxes em três voltas e caiu para 11º a 17 voltas do fim. Nesse meio tempo, ainda ficou sem o rádio comunicador da equipe. Tudo conspirava contra.
A reza de Alonso era forte. Mas não foi suficiente. Não havia caos possível para conter o talento do maior garoto prodígio que a Fórmula 1 já viu. Vettel ainda cruzou em sexto, quatro posições atrás do espanhol. Bastava. Interlagos, casa de Ayrton Senna, viu um alemãozinho de apenas 25 anos ser coroado o tricampeão mais jovem da história da categoria, superando o recorde do ídolo brasileiro, obtido em 1991, aos 31 anos.
Vettel campeão da Fórmula 1 em Interlagos (Foto: Getty Images)Em Interlagos, Vettel festeja a conquista de seu terceiro título mundial de Fórmula 1 (Foto: Getty Images)
Além de bater a marca de Ayrton, Vettel também ofuscou outra lenda. Na despedida de Michael Schumacher, maior campeão da F-1, quem brilhou foi o alemão mais jovem. Figuras de peso, desbancadas por um piloto com cara de moleque, que precocemente já escreveu seu nome na história da categoria máxima do esporte a motor.
Não foi só Schumi que disse tchau. Lewis Hamilton fazia sua última corrida pela McLaren, antes de ir para a Mercedes. Poderia ser um adeus em grande estilo, no alto do pódio, caso o britânico não fosse tirado da prova quando liderava, por Nico Hulkenberg.
Emoção também não faltou para Felipe Massa. O brasileiro coroou a reação de 2012 com um terceiro lugar diante da sua torcida. No pódio, não conteve as lágrimas. Era a certeza de que está de volta aos bons tempos. Quem ganhou a prova? Foi Jenson Button. Discreto e elegante, o britânico da McLaren quase passou despercebido. Ele sabia que o grande vencedor do dia era mesmo Sebastian Vettel.
Estrelas nas pistas e também no paddock. Grandes astros do esporte prestigiaram a inesquecível corrida. Foram os casos dos campeões mundiais Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet, dos jogadores de futebol, Ronaldo, Lucas (do São Paulo) e Raí, do ídolo das quadras de tênis, Gustavo Kuerten, entre outros.
Confira mais destaques do GP do Brasil de Fórmula 1:
Massa travava um duelo particular em Interlagos. Queria provar para si e para a torcida brasileira que pode, sim, continuar a almejar um horizonte de glórias na F-1. Após a falta de sorte na escolha de pneus, ele se recuperou na corrida com diversas ultrapassagens. Ainda ajudou o companheiro Alonso, que brigava pelo título, mostrando mais uma vez que pode andar igual ou mais rápido que um piloto que é considerado um dos melhores da geração. No pódio, desabou em lágrimas. Era a superação definitiva da má fase, uma resposta à enxurrada de críticas e a certeza de que um 2013 melhor o espera. 
De malas prontas para defender a Mercedes em 2013, Hamilton estava obcecado a finalizar, com uma vitória, sua passagem pela McLaren. O campeão mundial de 2008 fez de tudo, mas o adeus não foi como queria. A 17 voltas do fim, Nico Hulkenberg tentou ultrapassá-lo na curva 1, mas perdeu o controle da Force India e atingiu a última McLaren guiada pelo britânico. Fim de prova. A saída da prova abriu caminho para Button seguir para a vitória.
Kimi Raikkonen protagonizou um dos momentos mais impagáveis da temporada 2012 da F-1. Se em Abu Dhabi o finlandês mandou o engenheiro deixá-lo em paz, pois “sabia o que estava fazendo”, em Interlagos, bem que precisava de uma ajudinha pelo rádio, ou quem sabe de um GPS. Após perder o ponto da freada na Curva da Junção, na 52ª volta, tentou retornar por um prolongamento da pista, em um trecho antigo do traçado. No entanto, ele se deparou com um portão fechado e precisou dar meia-volta e retornar à pista pela grama. Depois da prova, o “Iceman” garantiu: “Sabia aonde estava indo”.
O desafiador traçado de Interlagos se torna ainda mais traiçoeiro com chuva, como a que desabou sobre a pista neste domingo. Cenário ideal para os “Nakajimas” entrarem em ação. Não faltaram candidatos. Teve Hulkenberg, que jogou a bela exibição no lixo ao acertar o líder Hamilton. E teve Romain Grosjean, Pastor Maldonado e Sergio Pérez, deixando a prova preococemente e mostrando as razões de serem os pilotos que mais se envolveram em incidentes na temporada. Mas o prêmio vai para Paul di Resta. Por um simples motivo. Bateu na penúltima volta, provocou a entrada do safety car e fez a prova terminar sob bandeira amarela. Um anticlímax que a antológica prova deste domingo não merecia.
Ronaldo nos boxes do GP do Brasil (Foto: João Gabriel / Globoesporte.com)Ronaldo prestigiou Bruno Senna em Interlagos. Mas o brasileiro da Williams não deu muita sorte: saiu na primeira volta após bater em Sebastian Vettel (Foto: João Gabriel / Globoesporte.com
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domingo, 25 de novembro de 2012

CORINTHIANS


DESTAQUES DO JOGO
  • lance capital
    34 do 2º tempo

    Wallace, de cabeça, completa cruzamento de Jorge Henrique e empata o jogo, mostrando a força da bola aérea ofensiva do Timão.
  • decepção
    Emerson

    Ainda sem ritmo de jogo, o atacante deixou a desejar. Desperdiçou uma chance clara e foi quem mais errou passes na partida: cinco.
  • foi bem
    Bruno Rodrigo

    Foi o grande destaque de uma defesa bombardeada durante quase 90 minutos. Seguro, surpreendeu ao aplicar um 'chapéu' em Sheik.
A CRÔNICA
Sem suas principais estrelas, Corinthians e Santos fizeram um jogo de equilíbrio na atuação e no placar. No duelo de Tite e Muricy, dois dos técnicos candidatos ao cargo na Seleção Brasileira, Corinthians, sem Paulinho, e Santos, desfalcado de Neymar, empataram por 1 a 1, neste sábado, no Pacaembu, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. O estádio estava lotado: o público pagante foi de 34.171 pessoas, e o total, de 36.482, com renda de R$ 1.157.591,94. E tudo no ritmo do Mundial do Japão.
Foi um embate entre pressa e paciência. O Timão teve um início insinuante, semelhante ao que fez em toda Libertadores, mas se perdeu em momentos de um nítido nervosismo e permitiu que o Peixe equilibrasse o jogo. Tranquilidade que sobrou para o Santos sair na frente com Felipe Anderson no primeiro tempo. A igualdade veio a dez minutos do fim, em uma cabeçada certeira do zagueiro Wallace.
A pouco mais de uma semana da viagem para o Oriente, o Corinthians tem quebrada sua série de quatro vitórias consecutivas no Brasileirão e cai para a sexta posição, com 57 pontos. Na rodada final, dois dias antes do embarque, faz outro clássico, agora contra o São Paulo, domingo, às 17h, novamente no Pacaembu – o Morumbi será usado para o show da cantora Madonna.  
Já o Santos minimiza os números pouco positivos na edição de 2012. O time que iniciou a competição como um dos favoritos ao título aparece apenas na nona colocação, com 50 pontos. No próximo sábado, encerra a participação diante do Palmeiras, às 19h30m, na Vila Belmiro. 
Danilo do Corinthians e Arouca do Vasco (Foto: Leandro Martins / Ag. Estado)Danilo, do Corinthians, na perseguição a Arouca, do Santos (Foto: Leandro Martins / Ag. Estado)
Timão começa bem, Peixe marca primeiro
A aproximação do Mundial de Clubes fez o Corinthians voltar a utilizar uma estratégia de muito sucesso na Libertadores. Com a marcação adiantada, o Timão iniciou a partida em ritmo alucinante e forçou os erros defensivos do Santos. Espaço para isso não faltou. Tanto que, em seis minutos, Romarinho e Guerrero apareceram livres na área e só não marcaram por causa de boas saídas do goleiro Rafael.
O Peixe conseguiu jogar quando encaixou a marcação sobre o setor ofensivo corintiano. Se a velocidade foi a arma do Timão, a equipe do litoral apostou na paciência para acalmar a partida. Substituto de Neymar, suspenso, Victor Andrade pouco produziu. Apareceu apenas recebendo de Muricy Ramalho uma sonora bronca na beirada do campo por não cumprir as orientações táticas de atuar pela direita. Na esquerda, Patito Rodríguez era igualmente nulo.
Com Anderson Polga e Edenílson nas vagas de Ralf e Paulinho na marcação, o Corinthians ficou vulnerável na proteção à defesa e mostrou dependência de seus selecionáveis. Por lá, o Santos chegou ao gol, aos 35 minutos. Felipe Anderson tabelou com André, invadiu a área e chutou forte, no canto esquerdo de Cássio.
Todo o volume apresentado pelo Corinthians no início da partida desapareceu até o fim do primeiro tempo. A reação esperada pelos mais de 30 mil alvinegros presentes no Pacaembu não aconteceu. Na melhor chance criada, Romarinho errou a cabeçada com o gol vazio após saída errada de Rafael em cobrança de escanteio.  
Tite manda Corinthians ao ataque e consegue o empate
O Corinthians voltou para o segundo tempo com a mesma postura de tentar encurralar o Santos no campo de defesa nos primeiros minutos. No embalo da torcida, o Timão foi para cima e teve grande oportunidade nos pés de Emerson. Ele recebeu na área um passe de Guilherme Andrade nas costas da defesa e chutou por cima.
Coincidência ou não, a equipe se enervou após a chance perdida e, mais uma vez, permitiu que o Peixe crescesse de produção. Sheik tentou resolver o jogo sozinho, abusando dos lances individuais e sendo pouco produtivo coletivamente. Romarinho correu, correu, correu... enquanto Guerrero e Danilo, bem marcados, quase não apareceram.
Tite arriscou tudo com a entrada de Guilherme no lugar de Anderson Polga e Jorge Henrique em substituição a Guilherme Andrade. O time ficou mais ofensivo, mas abriu espaços para o Santos atacar. Arouca fez grande atuação, tanto na marcação quanto no auxílio ao ataque. Para azar de Muricy, somente Felipe Anderson teve algum destaque. Pato Rodríguez, André e Victor Andrade quase nada produziram.
Sem conseguir criar com a bola no chão, o Corinthians chegou ao empate aos 34, em um lance de bola parada. Após cobrança de falta pela direita, o zagueiro Wallace apareceu entre os defensores rivais e cabeceou no canto direito de Rafael. Explosão corintiana no Pacaembu, de comemoração e alívio, num jogo que pouco importava para as pretensões dos dois times, mas que muito valia para alimentar a rivalidade que tem crescido muito nos últimos anos.  

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

FORMULA 1



Espanhol da Ferrari, que luta pelo seu tricampeonato, elege o inglês Lewis Hamilton como um adversário mais forte que o alemão Sebastian Vettel


Fernando Alonso
 é incansável. Mesmo com uma desvantagem de 13 pontos para Sebastian Vettel, da RBR, o piloto da Ferrari não desiste do tricampeonato. E o motivo principal, segundo ele, é que Vettel depende mais do carro do que de seu próprio talento para vencer corridas. Em entrevista ao "Linha de Chegada" o espanhol lembrou que no início da temporada a equipe austríaca não estava com um desempenho igual ao dos dois últimos anos e o alemão não o ameaçava na liderança da competição. Assista à íntegra do programa com Alonso e Reginaldo Leme, nesta sexta, logo após o “SporTV News”.
Reginaldo Leme entrevista Fernando Alonso no Linha de Chegada (Foto: Nuno Carvalhana / divulgação)Reginaldo Leme entrevista Fernando Alonso no Linha de Chegada (Foto: Nuno Carvalhana / divulgação)
- Vettel fez ótimas corridas, tem dois títulos e está lutando pelo terceiro. É o favorito, mas quando o Vettel está em primeiro o Webber está em segundo. E quando o Webber está em primeiro, o Vettel está em segundo. Nunca tem muitas mudanças. O exemplo é essa primeira metade do ano, quando a RBR não era tão dominante: quando Vettel estava em sétimo, Webber estava em oitavo, nunca teve uma diferença tão grande – disse Alonso no “Linha de Chegada”.
Para Alonso, a situação seria diferente se o seu rival direto em Interlagos fosse Lewis Hamilton, que neste fim e semana se despede da equipe McLaren após seis temporadas no time onde conquistou seu único título, em 2008.
- Acho que Hamilton tem demonstrado não apenas este ano, mas em toda a carreira, que com um carro bom ele ganha, e com um carro não tão bom, ele quase ganha. Ou às vezes também vence. É um rival muito forte, que você nunca deixa para trás. Em uma corrida em que parece que tudo vai mal para ele, ele arruma um pódio. Estamos (ele e Vettel) lutando pelo campeonato até o fim, mas se fosse o Hamilton, seria praticamente impossível.
Fernando Alonso Ferrari (Foto: Nuno Carvalhana / divulgação)Fernando Alonso, da Ferrari, tenta seu terceiro título em Interlagos (Foto: Nuno Carvalhana / divulgação)
O GP do Brasil deste fim de semana encerra a temporada 2012 da Fórmula 1. Os treinos livres começam a partir das 10h (de Brasília) de sexta-feira, com exibição no SporTV. A TV Globo transmite o treino classificatório ao vivo no sábado, às 14h, e a corrida no mesmo horário no domingo
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UFC COMBATE



Campeão meio-pesado do UFC diz que o TUF 17 vai lhe dar a chance de poder mostrar aos fãs quem ele é como pessoa


Jon Jones
 e Chael Sonnen são as estrelas do TUF 17, que começou a ser gravado no fim de outubro em Las Vegas, nos Estados Unidos. Os dois são os treinadores de mais uma edição do programa que dá ao campeão um contrato com a maior organização de MMA do mundo. No fim, os treinadores também vão se enfrentar, e Jones colocará o seu cinturão do peso-meio-pesado do Ultimate em jogo. O campeão explicou por que aceitou enfrentar Sonnen, mesmo achando que o próximo desafiante não mereça a luta, e mostrou total confiança para o embate.
- Em primeiro lugar, foi porque quis dar às pessoas o que elas queriam ver. Chael Sonnen é alguém que respeito por causa de seus trabalhos anteriores, mas ele não me intimida. Eu não tenho nenhuma dúvida em minha mente que vou bater Chael. Mas esta é uma oportunidade de dar aos fãs o que eles querem, mostrar quem eu sou como pessoa e deixar Chael mostrar quem ele é como pessoa. Estou confiante. Não tenho preocupações. As pessoas vão começar a ver quem eu sou, e isso é incrível. No octógono, minhas apresentações falam por si. Fora dele, estou animado para que meu jeito fale por si também - disse Jones ao site "MMAjunkie".
MONTAGEM - UFC Jon jones e chael sonnen (Foto: Agência Getty Images)Jon jones e Chael Sonnen vão se enfrentar no dia 27 de abril (Foto: Agência Getty Images)
Mas é justamente fora do octógono onde Chael Sonnen é mais "temido" pelos seus adversários. Conhecido por ser um provocador nato, o ex-desafiante do cinturão dos médios já proporcionou diversas entrevistas polêmicas em que atacava os rivais. O próprio Jon Jones já foi vítima dele. No TUF 17, a relação é diária, e Jones garante que está conseguindo conviver com Sonnen sem se deixar levar pelas provocações.
- Estou fazendo o que a maioria das pessoas não se atreveria a fazer: enfrentar o principal dom desse cara o dia todo, todos os dias, durante seis semanas. A maioria das pessoas quer Chael ao seu lado. Chael pode ser intimidante quando se trata de insultos e venda de uma luta. Mas estou fazendo o que a maioria das pessoas pensa que sou louco por fazer. vou estar perto dele o dia inteiro, todos os dias. Vamos ouvir o que ele tem. Sou um vencedor. Acredito que sou um vencedor. Quando você é um vencedor, por que você deve ter medo de alguém? Ele tem o dom da palavra. E daí? Acredito simplesmente que vou prevalecer sendo eu mesmo. Vou pegar todas as táticas ou insultos que Chael tem para mim e, no fim do dia, acho que vou ganhar porque estou confiante em ser uma boa pessoa - declarou o campeão.
Jon Jones e Chael Sonnen ainda vão demorar a se encontrar dentro do octógono. A luta entre os dois está marcada para o dia 27 de abril de 2013, em Newark (EUA)
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CORINTHIANS



Timão sonha com atacante e aposta em recuperação da carreira dele como estratégia para convencer o Milan a emprestá-lo por até um ano


Alexandre pato milan treino (Foto: Agência AFP)Alexandre Pato, em treino do Milan (Foto: AFP)
As declarações de Alexandre Pato de que pode deixar o Milan tiveram reflexo no Corinthians. Depois de flertar com ele na metade da temporada, o Timão volta a usar sua "estratégia de sedução" para tentar finalmente contratá-lo. Grandes investimentos estão descartados, mas o clube aposta que pode vencer a disputa com outra arma: a recuperação da carreira do atacante.
Com a filosofia do presidente Mário Gobbi Filho de não gastar em demasia com contratações, a cúpula do departamento de futebol abriu as portas do CT Joaquim Grava para Pato. A intenção é que ele fique de seis meses a um ano no Brasil por empréstimo para se recuperar fisicamente das inúmeras lesões, voltar a jogar com frequência e, claro, retomar o prestígio de quem surgiu no Internacional como um novo fenômeno do futebol.
Até o técnico Tite já fez campanha para o acerto. Em maio, ainda durante disputa da Libertadores, o treinador chegou a falar com Pato pelo telefone sobre as intenções do clube paulista e mostrar que retornar ao Brasil neste momento poderia ser decisivo para colocá-lo na Copa do Mundo de 2014. Comandante e jogador têm as carreiras agenciadas pelo mesmo empresário, o gaúcho Gilmar Veloz, ponto que pode favorecer o entendimento. 
Por enquanto, os corintianos vivem dias de espera até que o atacante entre em acordo com o Milan sobre o futuro. Reserva e pouco motivado para seguir em Milão, Pato aprovou a ideia de atuar pelo Timão, principalmente pelo momento vivido pelo clube, atual campeão da Libertadores e representante da América do Sul no Mundial de Clubes, em dezembro, no Japão.
O maior adversário é a concorrência que pode surgir nas próximas semanas. Apesar de estar em baixa, Pato possui mercado na Europa por ter apenas 23 anos. Em janeiro, o Milan recusou uma proposta de R$ 70 milhões (€ 28 milhões) do Paris-Saint Germain. Caso a saída seja acertada, o clube, que atravessa uma crise, dará preferência a negociações em definitivo.
O departamento de marketing do Corinthians, aliás, sonha com um reforço de peso para tentar alavancar as receitas com publicidade, como aconteceu na era Ronaldo. Adriano, o segundo “galáctico” contratado, só trouxe problemas e impediu qualquer avanço na área.
No início da semana, o vice-presidente Luis Paulo Rosenberg não descartou a possibilidade de um clube contratar um grande nome para 2013. Segundo ele, a direção aguarda apenas um pedido do técnico Tite para que o marketing tente viabilizar uma ajuda ao futebol.
Enquanto sonham com Pato para disputar vaga com o peruano Paolo Guerrero, os corintianos negociam em outras frentes. O meia Renato Augusto, do Bayer Leverkusen, e o zagueiro Gil, do Valenciennes, da França, são os mais cotados a desembarcar no clube assim que a delegação retornar do Mundial.
 

CORINTHIANS

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