segunda-feira, 25 de março de 2013

SERIE B



Série B do Brasileirão 2013



Palmeiras estreia em casa, contra o Atlético Goianiense, no dia 25 de maio


A Confederação Brasileira de Futebol divulgou na tarde desta segunda-feira a "tabela básica" do Campeonato Brasileiro da Série B - ou seja, ainda sem as datas definidas.
Com 20 participantes, o torneio terá início no sábado, dia 25 de maio. A última rodada da competição está marcada para o dia 30 de novembro.
Assim como na edição da Série A do Brasileirão, a Segundona também vai ter uma pausa durante a Copa das Confederações. Entre a 6ª rodada, marcada para o dia 11 de junho, e a sétima, no dia 6 de julho, o torneio será paralisado por 25 dias.
Rebaixado na temporada passada, o Palmeiras vai estrear na Série B em São Paulo diante do Atlético-GO, outro que também caiu em 2012. O local ainda não está definido porque o clube paulista terá de cumprir punição importa pelo STJD. Por causa de incidentes envolvendo seus torcedores na partida contra o Botafogo, em Araraquara, na reta final do Brasileirão, o Verdão perdeu quatro mandos de campo.
Veja as partidas da primeira rodada, marcada para 25 de maio:
ABC x Paraná
Boa Esporte x Chapecoense
Figueirense x América-RN
Guaratinguetá x América-MG
Icasa x Sport
Joinville x Bragantino
Oeste x Avaí
Palmeiras x Atlético-GO
Paysandu x ASA
São Caetano x Ceará

SELEÇAO BRASILEIRA



Atacante faz terceiro gol em três jogos com Felipão e garante 1 a 1. Neymar é vaiado e chamado de pipoqueiro por alguns brasileiros


Luiz Felipe Scolari encontrou seu salvador na Seleção. Após marcar contra Inglaterra (derrota de 2 a 1) e Itália (empate de 2 a 2), Fred evitou novo fracasso do Brasil em Londres nesta segunda-feira ao balançar a rede aos 44 do minutos do segundo tempo: 1 a 1 com a Rússia, no estádio Stamford Bridge, a casa do Chelsea.
Este foi o último jogo com a Seleção completa, contando com "estrangeiros", antes da convocação final da Copa das Confederações. O gol salvador marcado por Fred, no entanto, não apaga a péssima atuação do Brasil diante da Rússia, sensação das eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo com 100% de aproveitamento.
Durante a maior parte do jogo, os russos foram superiores à seleção brasileira. Quando tinha bola, o time verde-amarelo quase não chutou a gol. Foram poucas as jogadas de perigo criadas. A partida talvez tenha sido a pior sob o comando do novo técnico, que terá muito trabalho para montar o grupo para a Copa das Confederações.

Antes de definir o grupo para a Copa das Confederações, a seleção brasileira tem apenas mais dois desafios. Ambos somente com jogadores que atuam no futebol nacional. No dia 6 de abril, encara a Bolívia, em Santa Cruz de la Sierra. E no dia 25 do mesmo mês, o desafio é contra o Chile, no Mineirão, em Belo Horizonte.
Neymar, a principal esperança do Brasil para a Copa do Mundo de 2014, dessa vez não sofreu apenas com a antipatia já tradicional dos ingleses contra ele. Mas também dos brasileiros. Uma parte pequena da torcida chamou o atacante santista de pipoqueiro. Kaká, que tinha uma prova de fogo para tentar se firmar, foi aplaudido e vaiado quando saiu. Hulk, que entrou no lugar de Oscar no segundo tempo, foi o melhor do Brasil.
Mosaico Brasil x Russia (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)
Rússia joga melhor; Neymar é chamado de pipoqueiro
Se no empate por 2 a 2 com a Itália, na última quinta-feira, em Genebra, os 2 a 0 parciais do primeiro tempo apagaram o sufoco que a seleção brasileira passou, o 0 a 0 da etapa inicial do jogo contra a Rússia deixou ainda mais claro que Luiz Felipe Scolari terá muito trabalho para montar um time para a Copa das Confederações e para o Mundial de 2014.
Invicta nas eliminatórias, a Rússia engoliu a Seleção nos primeiros 15 minutos. Com uma chance atrás da outra, fez os brasileiros baterem cabeça. A primeira oportunidade dos russos foi logo aos dois minutos, em falta cobrada por Ignashevich e defendida por Julio César.
Era só o começo da pressão. Depois, Kolorin chegou com perigo, assim como Kerzhakov e Gluschakov. Esse último só não abriu o placar para os russos porque Hernanes apareceu bem na hora para travar, aos 12. Quando tinha a posse de bola, a seleção brasileira desperdiçava com facilidade.
Sem explorar bem as laterais (Daniel Alves errou muito, e Marcelo estava marcando mais do que atacando), as tentativas pelo meio foram frustrantes. Mais uma vez tímido, Neymar voltou a contar com a antipatia dos ingleses. Aos 16 minutos, o atacante do Santos foi vaiado por ter cometido uma falta.
A antipatia com Neymar, porém, não partiu apenas dos estrangeiros. Até brasileiros pegaram no pé do craque depois de duas chances desperdiçadas. Na primeira, aos 27, ele chutou para fora. E na segunda, aos 32, ele tentou firula e desperdiçou a jogada. Em ambas, alguns brasileiros gritaram pipoqueiro.
Com o quarteto ofensivo (Kaká, Oscar, Neymar e Fred) sem brilho, a Seleção era presa fácil para os russos, que chegaram novamente com perigo aos 40, em chute de Fayzulin. Em resumo, a Rússia teve atuação melhor, principalmente por ter criado chances muito mais reais que as do Brasil.
Fred salva a Seleção nos minutos finais
Felipão deu mais um voto de confiança para o time que iniciou a partida e a seleção brasileira voltou para o segundo tempo sem alterações. Assim como a Rússia. O Brasil, no entanto, tinha os mesmos problemas. Kaká e Oscar não conseguiam criar. Neymar e Fred apareciam pouco. E os erros persistiam.
Kaká Brasil x Rússia (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)Kaká teve última chance para convencer Felipão
(Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
As trocas de passes dos brasileiros pareciam inseguras. Sem convicção. Bem diferente dos russos, que quando tinham a bola conseguiam chegar rapidamente ao ataque. Mesmo que sem finalizar. Diante da dificuldade brasileira, Kaká resolveu acelerar o jogo. Mas o meia do Real Madrid não conseguia fazer a bola girar.
Faltava ao Brasil arriscar mais. Chutar mais. Felipão, no primeiro tempo, já havia cobrado mais finalizações. Mas a Seleção persistia no erro de tentar chegar mais perto do gol. Aos dez minutos, Kaká fez ótima jogada pelo meio e tabelou com Fred. Mas foi facilmente interceptado antes da conclusão.
Aos 13 minutos, o Brasil teve uma rara chance em cobrança de falta. Bem perigosa. Mas David Luiz acertou na barreira. E no rebote, mandou na zaga. O segundo bom chute da Seleção no jogo veio só aos 19 minutos. De perna direita, o lateral-esquerdo Marcelo tentou. Mas Gabulov defendeu.
Felipão fez a primeira alteração aos 22 minutos, quando colocou Hulk no lugar de Oscar. Ao entrar em campo, o atacante do Zenit foi vaiado. Aos poucos, a seleção brasileira tentava criar mais jogadas, mas os erros de passe eram fatais. Sem conseguir criar perigo, nada mais natural do que levar sufoco. E gol.
Aos 27 minutos, a Seleção sofreu um bombardeio russo. Kerzhakov finalizou, e Hernanes salvou. Na sequência, Shirokov bateu e Fernando, em cima da linha, evitou o gol. Mas a finalização de Fayzulin ninguém parou. Em chute forte, o meio de campo russo colocou o time europeu em vantagem: 1 a 0.
Aos trancos e barrancos, o Brasil foi em busca do empate. Aos 40, Hulk pedalou pela esquerda da área e foi derrubado por Eschenko, que levou amarelo, quase em cima da linha. Mas a cobrança de falta de Hernanes foi muito ruim, por cima do travessão.
O gol salvador saiu aos 44. Marcelo iniciou a jogada pela esquerda, tabelou com Hulk, entrou na área e rolou para Fred, que tocou de primeira, sem defesa para Gabulov. Três gols do atacante do Fluminense em três jogos com Felipão, que agora tem dois empates e uma derrota no comando da Seleção após seu retorno.
BRASIL 1 X 1 RÚSSIA
Julio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Fernando, Hernanes, Oscar (Hulk) e Kaká (Diego Costa); Neymar e Fred.Gabulov; Anyukov (Dmitri Kombarov), V. Berezutsky, Iganashevich e Eschenko; Shirokov, Glushakov, Fayzulin, Bystrov (Oleg Shatov); Kerzhakov e Kokorin (Zhirkov, depois Maxim Grigoriev)
Técnico: Luiz Felipe ScolariTécnico: Fabio Capello
Gols: Fayzulin, aos 27 do segundo tempo; Fred, aos 44 do segundo tempo
Cartões amarelos: Hernanes (Brasil), Eschenko (Rússia)
Local: Estádio Stamford Bridge, Londres. Público: 35.206 pessoas.Data: 25/3/2013.
Árbitro: Howard Webb (ING). Auxiliares: Darren Cann e Peter Kirkup (ING)

SELEÇAO BRASILEIRA



Partida será fundamental para atletas que atuam fora do Brasil, já que a próxima convocação cheia será definitiva para Copa das Confederações


Felipão seleção treino Genebra (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)Com derrota e empate, Felipão busca primeira
vitória após volta (Foto: Wander Roberto/Vipcomm)
Não há mais tempo para uma nova chance. Pelo menos para aqueles que atuam no futebol europeu, o amistoso da seleção brasileira contra a Rússia, nesta segunda-feira, às 16h30 (de Brasília), no Stamford Bridge, em Londres, é decisivo. Depois disso,Luiz Felipe Scolari não terá mais como avaliar os jogadores “estrangeiros” para formar a lista definitiva da Copa das Confederações. Apenas nos clubes. O duelo terá transmissão ao vivo da TV Globo, do SporTV e, a partir de 15h30m (de Brasília), do GLOBOESPORTE.COM - o site também acompanha em Tempo Real.
Até anunciar a lista para a competição, em maio, Felipão comandará a Seleção em mais dois amistosos. Um contra a Bolívia, dia 6 de abril, em Santa Cruz de la Sierra, e outro diante do Chile, no dia 24 do mesmo mês, no Mineirão, em Belo Horizonte. Nesses casos, o técnico pentacampeão vai chamar apenas jogadores que atuam no futebol brasileiro. E mesmo assim, a CBF está em contato direto com os clubes para conversar sobre suas necessidades sem atrapalhar os planejamentos dos times.
- Não posso falar muito sobre a minha equipe porque eu tenho apenas dois jogos até agora (derrota para Inglaterra e empate com a Itália). Mas estou muito satisfeito com o meu grupo. Mas falar mesmo só daqui a pouco menos de quatro meses, com a Copa das Confederações em andamento. Neste primeiro momento estou tentando organizar um sistema. Se eu encontrar o sistema que estou imaginando e deu certo no primeiro tempo contra a Itália, vou começar a me preocupar com os nomes – declarou Felipão.
Acostumado a jogar em Londres desde a era Dunga, passando pela era Mano Menezes e se confirmando com Felipão, a seleção brasileira está praticamente em “casa” para esse último teste europeu. De 2006 para cá, o Brasil fez 11 partidas na cidade inglesa, com oito vitórias (cinco com Dunga e três com Mano), um empate (com Dunga) e uma derrota (com Felipão). O bom retrospecto, porém, terá um adversário além da seleção russa: o frio. A previsão é que na hora do jogo a temperatura esteja novamente perto de zero grau, assim como no treino.
- É muito ruim esse frio. Muito. Dói os pés. Os dedões ficam duros. Tenho pena deles, mas vou exigir que eles joguem – brincou o treinador brasileiro.
kaká brasil coletiva (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)Kaká deve ganhar chance como titular após começar no banco contra Itália (Foto: Wander Roberto/Vipcomm)
Prova de Kaká é mais difícil
Dos oito titulares que atuam no futebol europeu, talvez quem esteja em situação mais delicada seja Kaká. Todos os outros já foram razoavelmente bem avaliados por Luiz Felipe Scolari, mas o meia do Real Madrid ainda precisa mostrar algo parecido com o que vinha fazendo na era Mano Menezes para levar uma vaga.
thiago silva brasil coletiva (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)Totalmente recuperado, Thiago Silva fará estreia
com Felipão (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Titular nas últimas três partidas de Mano Menezes com a seleção completa, Kaká ficou fora da primeira lista de Felipão. E jogou apenas alguns minutos contra a Itália. Diante dos altos e baixos que vive no clube espanhol, ainda é muito pouco para que o treinador analise. Por isso, ele começa jogando nesta segunda-feira.
Em busca de sua quarta Copa do Mundo (esteve em 2002, 2006 e 2010, as duas últimas como titular), Kaká está visivelmente incomodado com seu momento. Se no final do ano passado, quando foi chamado por Mano Menezes, o meia estava acessível, alegre. Dessa vez, ele está mais distante, mais sério.
A presença de Kaká no time titular desta segunda-feira não é a única novidade em relação ao time que empatou por 2 a 2 com a Itália, na quinta-feira, em Genebra, na Suíça. Outras duas alterações serão feitas por Felipão. Thiago Silva e Marcelo entram nos lugares de Dante e Filipe Luís, respectivamente.
Desafeto de Hulk está fora
Fabio Capello Rússia Stamford Bridge (Foto: Reprodução / Site Oficial do Chelsea)Ex-técnico da Inglaterra, Capello está no comando
da Rússia (Foto: Reprodução / Site do Chelsea)
Líder do Grupo F das eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2014, a Rússia jogaria com a Irlanda do Norte na última sexta-feira, pela competição. Mas o duelo foi adiado para sábado por causa da nevasca em Belfast e novamente adiado pelo mesmo problema para data ainda a definir.
Com 100% de aproveitamento na briga por uma vaga no Mundial do Brasil, a Rússia ainda não sofreu gols nas eliminatórias. Desafio forte para a seleção brasileira. O técnico italiano Fábio Capello, porém, perdeu uma peça importante do time: o volante Denisov, do Zenit. Ele está fora por conta de problema muscular.
Denisov foi um dos atletas do Zenit que se rebelaram contra Hulk no início da temporada europeia. Ele se irritou com o alto salário do atacante e afirmou publicamente que o atacante brasileiro não era o argentino Messi para ganhar o triplo do que a maioria dos atletas do clube.
- É uma Rússia nova. Vem com alguns jogadores de meio com muito boa qualidade. E está liderando as eliminatórias. Sinal de que o trabalho está sendo muito bem efetuado. Vai ser jogo bom, que nós gostamos de jogar. É partida que pode nos mostrar uma série de coisas que precisamos melhorar – finalizou Felipão.
BRASIL X RÚSSIA
Julio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Fernando, Hernanes, Oscar e Kaká; Neymar e Fred.Akinfeev; Anyukov, Vasili Berezutski, Ignashevich e Kombarov; Shirokov, Fayzulin, Dzagoev e Bystrov; Kokorin e Kerzhakov.
Técnico: Luiz Felipe Scolari.Técnico: Fábio Capello.
Data: 25/03/2013. Horário: 16h30 (de Brasília). Local: estádio de Stamford Bridge, em Londres (Inglaterra)
Transmissão: ao vivo na TV Globo, no SporTV e no GLOBOESPORTE.COM.
O site também acompanha os lances em Tempo Real.

domingo, 24 de março de 2013

ESTADUAIS 2013


A CRÔNICA
Em um clássico movimentado, o Paraná conseguiu superar a situação crítica no returno do Campeonato Paranaense e venceu o até então invicto Coritiba por 3 a 2, em pleno Estádio Couto Pereira. O triunfo paranista foi considerado um feito, pois terminou com um tabu coxa-branca, que não perdia em casa para o rival desde 1996. O Verdão também não sabia o que era uma derrota no Couto, pelo Estadual, desde abril de 2009.
O Paraná saiu na frente no primeiro tempo, com gols de Reinaldo e JJ Morales. Na etapa final, o Coxa reagiu e da cabeça de Alex saiu o empate alviverde, com duas bolas na rede. Mas o meia Rubinho garantiu o gol da vitória tricolor.
Com o triunfo, o Paraná reagiu na segunda fase do Paranaense, com oito pontos, e empatou com o Coritiba na pontuação. Só que o time alviverde fica na quarta colocação, com vantagem nos critérios de desempate. Ambos ficam a quatro pontos do líder Londrina.
A situação do Coxa se complicou também na classificação geral, após a primeira derrota. O Tubarão abriu três pontos de vantagem e leva vantagem em uma provável final entre as duas equipes, podendo decidir em casa, com o panorama atual.
O próximo jogo do Verdão acontece na quarta-feira, às 22h (de Brasília), contra o lanterna Nacional-PR. Já o Paraná joga na quinta, às 21h, contra o Operário-PR, na Vila Capanema.
J J Morales comemora, Coritiba x Paraná (Foto: Heuler Andrey/Agência Estado)J J Morales comemora o segundo gol da vitória paranista no Couto (Foto: Heuler Andrey/Agência Estado)
Bem arrumado, Paraná apronta no Couto Pereira
O Paratiba teve todos os ingredientes de um jogo bem movimentado e cheio de oportunidades para os dois lados. Só que a estratégia do técnico paranista Toninho Cecílio fez toda a diferença. Para encarar o esquema de três zagueiros do Coxa, ele colocou o mesmo número de atacantes. A intenção era segurar a defesa alviverde, que precisaria de mais um homem para apoiar.
A tática do Tricolor deu certo logo de cara. Com dois minutos, o jovem Júlio César fez boa movimentação pela direita e cruzou. Reinaldo teve calma para dominar e escolher o canto para chutar. Na comemoração, o artilheiro sentiu um desconforto na coxa esquerda e foi substituído pelo argentino JJ Morales.

Na velocidade pelas laterais, o Paraná seguiu assustando. Mesmo sem o principal goleador da equipe, Morales continuou a fazer o papel de centroavante e quase fez o segundo após um leve toque. O lateral Gilton tentou enganar Vanderlei, com uma bola cruzada. Mas foi o argentino que ampliou o marcador, após nova confusão na área. Chute firme para ampliar.
A reação do Coritiba foi rápida, só que a armação alviverde esbarrou na boa defesa do Paraná, que priorizou a marcação de Alex com dois homens. A melhor oportunidade de empate aconteceu com o volante Gil, que da entrada da área chutou de trivela. O goleiro Luis Carlos salvou o lance ao defender com a ponta dos dedos.
A reação do técnico Marquinhos Santos foi desfazer o 3-5-2 e voltar para a linha de quatro defensores, para tirar os espaços do Tricolor nas laterais. O zagueiro Chico deixou o gramado para a entrada do experiente Lincoln. No primeiro lance dele, o meia acertou um cabeceio certeio, após o cruzamento de Alex, mas, novamente, parou nas mãos de Luis Carlos.
Show aéreo de Alex, que empata, mas Rubinho garante a vitória
O Coxa voltou a campo com uma alteração. Sem mostrar muito serviço, Julio César foi trocado por Arthur. Só que a postura das duas equipes não mudou muito. O Coxa tentou mostrar mais serviço, com toque de bola no meio-campo e ataques rápidos, mas não conseguiu furar o bloqueio paranista. A primeira chance foi uma cobrança de falta de Alex, que parou em mais uma boa defesa de Luis Carlos.
A estratégia do Paraná era segurar a bola no campo de ataque, para matar tempo, principalmente com as cobranças de bola parada. Quando a torcida do Coxa começou a vaiar a lentidão da equipe alviverde, Gil avançou com velocidade pela direita e cruzou na cabeça de Alex, que diminuiu. Sétimo gol do camisa 10 no Paranaense. No lance seguinte, quase que o Menino de Ouro virou, ao cobrar mais uma falta. Luis Carlos defendeu com a ponta dos dedos e desviou para o travessão.
Com um gol, o Coxa se animou e passou a ditar o ritmo do jogo. Pareceu replay. Do mesmo ponto que Gil tinha cruzado, a assistência foi de Rafinha. No meio da área, estava Alex novamente para desviar de cabeça e correr para o centro do gramado. Empate no Couto Pereira.
O técnico Toninho Cecílio tentou reanimar o time com as saídas de Ricardo Conceição e Julio César para as entradas do volante Borges e do meia Rubinho. No primeiro lance do armador paranista, Rubinho aproveitou saída errada de Willian e acertou um chute de fora da área. Paraná na frente de novo. 3 a 2.
Com a vantagem na mão, o Tricolor tentou segurar o jogo de qualquer maneira. O zagueiro Pereira ainda foi expulso, depois de aplicar uma tesoura no lateral-direito Ângelo. Apesar de mais uma tentativa de Alex em cobrança de falta, o goleiro Luis Carlos garantiu a vitória heróica para o Paraná Clube.

ESTADUAIS 2013


DESTAQUES DO JOGO
  • lance capital
    6 do 1º tempo

    Paolo Guerrero recebe de Emerson Sheik e marca, jogando um balde de água fria nos jogadores e torcedores do desesperado Guarani.
  • nome do jogo
    Guerrero

    O peruano voltou a mostrar oportunismo e fez o gol da vitória corintiana. Ele chegou a cinco gols, dois a menos que os quatro artilheiros do Paulistão.
  • estatística
    Corinthians

    O time ainda não perdeu jogando fora de casa no Paulistão. Vítima deste domingo, o Guarani não vence o Timão no Brinco há 12 anos..
A CRÔNICA
Mesmo com a força máxima disponível neste domingo, o Corinthians não teve uma atuação de gala, mas fez o suficiente para vencer o Guarani por 1 a 0 no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, e novamente afastar a “síndrome de empates” vivida neste Campeonato Paulista. O peruano Paolo Guerrero marcou o único gol do confronto.
O resultado ainda não colocou o Timão no G-4 da competição, posição estabelecida pelo técnico Tite como meta para a primeira fase. Agora com 25 pontos, o Corinthians passou a ocupar a quinta colocação, perdendo para o quarto, Botafogo, nos critérios de desempate. O Bugre segue em situação complicada na briga contra o rebaixamento: sem vencer há seis jogos, é o 18º, com nove.
Apesar da vitória, duas substituições no primeiro tempo deixaram os corintianos ressabiados: o goleiro Cássio e o meia Renato Augusto tiveram de deixar o gramado com lesões no quadril e na coxa, respectivamente. Ambos serão avaliados pelo departamento médico, mas, reclamando de muitas dores, podem ser desfalques nas próximas partidas.

Guerrero Emerson Sheik Ralf comemoram gol Corinthians sobre Guarani (Foto: Rodrigo Villalba/Futura Press)De folga da Taça Libertadores da América até o início de abril, o Corinthians volta a campo pelo estadual na quarta-feira, contra o Penapolense, no Pacaembu, às 22h. Já o Guarani viaja a Itápolis, onde enfrenta o Oeste, no estádio dos Amaros, quinta, às 21h.
Guerrero marcou logo no início, com passe de Emerson Sheik  (Foto: Rodrigo Villalba/Futura Press)
Domínio, mas com 'bruxa solta'
O ambiente no Brinco de Ouro nem de longe lembrava aquele onde, há 25 anos, o Corinthians conquistou o Campeonato Paulista de 1988. Com um dos maiores setores do estádio interditado, o público nas arquibancadas deixou a desejar. Já os torcedores alvinegros, que encheram o setor visitante, puderam comemorar rapidamente, graças à eficiência do seu setor ofensivo.
Novamente entre os titulares, Emerson, que vinha embalado por duas boas atuações consecutivas e um gol no empate com o XV de Piracicaba, acertou passe preciso para Paolo Guerrero. Dentro da área, o artilheiro do Corinthians na temporada não perdoou e chutou forte para marcar seu oitavo gol em 2013. Banho de água fria para os donos da casa.
Cassio Corinthians (Foto: Leo Bianchi / TV Globo)Cássio se machucou e precisou ser substituído
(Foto: Leo Bianchi / TV Globo)
Aproveitando-se da liberdade pelo lado esquerdo do campo, o Timão ditou o ritmo da partida desde o início. Renato Augusto obrigou os marcadores a se movimentarem o tempo todo e arriscou bons chutes de fora da área – um deles foi defendido de forma estabanada por Leo, enquanto o outro quase acabou em rebote para Guerrero, próximo à pequena área do Guarani.
Acomodado com o resultado, o Corinthians não se esforçava muito para continuar levando perigo ao adversário. O primeiro mau momento alvinegro na partida não foi proporcionado pelo Bugre, mas em um lance casual: o goleiro Cássio, de volta à equipe após dois jogos de afastamento devido a um edema na coxa, sentiu lesão no quadril, e teve de deixar o campo para a entrada de Danilo Fernandes.
E a bruxa estava mesmo solta do lado corintiano. Principal responsável pela criação de jogadas da equipe, Renato Augusto sentiu a coxa direita ao tentar uma arrancada e desabou no gramado. Com dores, o jogador não conseguiu sequer se levantar para ser substituído por Jorge Henrique - foi de maca para o vestiário.
Sem muitas alternativas, o Guarani mal rondava a área do Corinthians. Os únicos dois lances que arrancaram gritos de animação da torcida foram do atacante Ronaldo, que recebeu bons passes dentro da área, mas acabou neutralizado em ambas as oportunidades – pelo zagueiro Gil e pelo lateral Igor. Os consecutivos impedimentos do ataque bugrino irritaram os torcedores, que xingaram o árbitro e os auxiliares na saída para o intervalo.
Vantagem mantida
Coadjuvante na etapa inicial, o Guarani assustou o Corinthians em sua primeira subida ao campo de ataque no segundo tempo. Pelo meio, Coutinho tabelou com Fernando Gaúcho, que fez bem o pivô e devolveu na medida para o meio-campista disparar chute forte, rente à trave direita de Danilo Fernandes. O goleiro do Timão se esticou, mas não encontrou nada.
A postura bem mais cautelosa dos visitantes fez com que o Guarani se arriscasse com maior frequência no setor ofensivo. Mas as falhas de posicionamento continuavam atrapalhando o time de Campinas: além dos passes errados, o Bugre pecava pelo excesso de impedimentos e tornava os lançamentos longos uma arma de efetividade nula.
Seguro na defesa, o Corinthians passou a valorizar a posse de bola. Nem mesmo Jorge Henrique arriscava suas arrancadas características – preferia cadenciar os passes ao lado de Danilo no meio-campo. Raramente acionados, Emerson e Guerrero tornaram-se mais espectadores que atacantes. Assim como Danilo Fernandes, que não tinha oportunidade de demonstrar serviço.
Nos minutos finais da partida, quem roubou a cena foi a chuva. Uma tempestade com raios e muito vento caiu sobre o Brinco de Ouro da Princesa. Os torcedores se animaram, mas o marcador continuou inalterado. Melhor para o Timão, que segue na briga para entrar no G-4. Pior para o Bugre, cada vez mais perto do rebaixamento à Série A2.

ESTADUAIS 2013


DESTAQUES DO JOGO
  • deu certo
    Wesley

    Posicionado pelos lados, o jogador criou as melhores chances do Palmeiras, principalmente ao lado de Juninho, na esquerda do ataque.
  • deu errado
    3 atacantes

    A opção de Muricy Ramalho por Neilton, Giva e André deixou o meio em desvantagem. No intervalo, ele corrigiu Alan Santos no lugar do jovem Neilton.
  • o craque
    Fernando Prass

    Apesar do Verdão ter criado mais, o goleiro fez duas grandes defesas, em cabeçada de Cícero e em chute de Giva. Léo Gago também se destacou no meio.
A CRÔNICA
O filme não era inédito. Clássico no Paulistão. Pouco público. Nada de gols. Dessa vez, os protagonistas foram Palmeiras e Santos. A partida não foi ruim como os últimos embates entre os grandes na competição, mas a falta de qualidade nas finalizações levou a mais um 0 a 0. Para não ficar apenas nas coisas ruins, é possível tentar ver o lado bom do empate.
O Palmeiras, ainda sob o fantasma de ter que disputar a Série B, vai terminar a primeira fase do Campeonato Paulista sem perder para os principais rivais. Também não ganhou, é verdade: 2 a 2 com o Corinthians e 0 a 0 com o São Paulo. Mas para quem iniciou o ano considerado presa fácil, sobretudo nos clássicos, a estatística aumenta a autoestima de jogadores, comissão técnica e torcedores. Neste domingo, aliás, a equipe não só não perdeu como foi melhor em campo. Faltou pontaria, faltaram melhores jogadores, mas coletivamente o Palmeiras pode se orgulhar. Foi superior ao time de Muricy Ramalho.
Já o Santos provou que até pode haver vida sem Montillo e, principalmente, Neymar. Mas não é vida fácil. Com garotos no ataque, volantes no meio e pouca criatividade, Muricy Ramalho até tentou optar pela ousadia, mas logo percebeu que seria melhor proteger o meio-campo. André não fez boa partida, Arouca pouco se soltou para criar, e a cada lance os torcedores sentiam saudade das traquinagens do camisa 11, que nesta segunda-feira tentará conduzir a seleção brasileira à sua primeira vitória com Felipão, contra a Rússia. O garoto Giva, ao menos, com erros e acertos, não sentiu o peso do clássico. Foi quem mais apareceu.

Cícero Fernando Prass Palmeiras Santos (Foto: Marcos Ribolli)Com 25 pontos na tabela, o Verdão vai a Mirassol enfrentar a equipe do interior na quarta-feira. O Peixe, com 28, a quatro do líder São Paulo, que ainda tem um jogo a menos, vai receber o Mogi Mirim na Vila Belmiro, quinta-feira, provavelmente com a volta de seus principais astros.
Cícero sobe antes de dar bela cabeçada e exigir ótima defesa de Fernando Prass (Foto: Marcos Ribolli)
4 a 3 para o Verdão... No meio!
Para entender o primeiro tempo, o melhor é usar uma frase do volante Arouca, do Santos, assim que o árbitro encerrou a etapa inicial:
- Eles estão com um homem a mais no meio-campo, sempre que a gente vai dar o bote, sobra alguém. Tenho certeza que o professor Muricy já percebeu.
O "alerta" de Arouca foi causado pela opção do técnico santista em escalar o Peixe com três atacantes: Neilton na esquerda, André pelo centro e Giva na direita. Com quatro volantes que, segundo Gilson Kleina, sabem jogar (Marcio Araújo, Léo Gago, Charles e Wesley), o Palmeiras dominou o setor durante boa parte do jogo, e as investidas mais perigosas foram criadas por Wesley e Juninho. Pelo lado esquerdo, ambos infernizaram a vida de Bruno Peres e abriram a marcação palmeirense.
Com pouco mais de um minuto de jogo, Giva já havia dado uma perigosa arrancada, e a resposta do Verdão quase foi fatal. Rafael largou chute de Wesley, mas Leandro, no rebote, bateu por cima do gol. O goleiro voltaria a ganhar duelo com o atacante quando ele finalizou de primeira, após levantamento de Marcio Araújo. Mas a grande defesa do primeiro tempo foi de Fernando Prass. Com reflexo puro, no chão, defendeu cabeçada fulminante de Cícero, especialista no fundamento, após cobrança de escanteio de Neilton.
O jovem atacante não teve boa atuação, errou passes, perdeu bolas. Já o Verdão, mesmo sem brilho, esteve mais à vontade em campo. Caio e Leandro tentaram boas tabelas. Não funcionou, mas é preciso insistir. Faltou pouco. Os volantes também saíram com sincronia para o ataque, e obrigaram Arouca, que poderia ser um foco de criação do Santos, a ficar mais recuado. Com placar zerado, o primeiro tempo teve um tom mais esverdeado.
Palmeiras x Santos (Foto: Marcos Ribolli)Palmeiras criou chances no Pacaembu, mas não
superou o goleiro Rafael (Foto: Marcos Ribolli)
Emoção no início, marasmo depois
Professor Muricy e Arouca estavam bem sintonizados. O Santos voltou para o segundo tempo com Alan Santos no lugar de Neilton: 4 a 4 no meio-campo. E, novamente, os primeiros minutos foram intensos, emocionantes, não combinavam com o público pífio, a exemplo dos clássicos recentes do Campeonato Paulista. 11.912 pessoas pagaram ingresso no Pacaembu. No Morumbi, dia 3 de março, Santos e Corinthians jogaram para 17.155 torcedores. No mesmo estádio, São Paulo e Palmeiras tiveram 18.020 testemunhas.
Juninho recebeu de Léo Gago e bateu para fora. Do outro lado, Giva ganhou presente de Arouca, mas Prass fez outra bela defesa na finalização do atacante. E ainda contou com a sorte quando André, livre na pequena área, não conseguiu desviar em cheio o cruzamento de Bruno Peres. Kleina sentiu que precisava inibir o avanço dos volantes do Peixe. A solução, ao menos a tentativa, foi a estreia do meia Rondinelly.
Muricy e Kleina também se entendiam nas substituições, e trocaram seus atacantes. André por Miralles; Caio por Vinícius. E nada do placar se alterar. Para piorar, os times pararam de criar, se entregaram ao céu nublado da cidade de São Paulo. O jogo também ficou nublado. O Verdão continuou com mais posse de bola, mas parecia ter medo de finalizar. Uma tabelinha de futevôlei entre Leandro e Rondinelly, dentro da área, foi a clara manifestação do receio de errar.
Quem arriscava era Léo Gago. O volante assumiu a responsabilidade, armou, chutou, errou, e se tornou o destaque entre os jogadores de linha. Quando Wesley chutou e Rafael soltou, Vinicius não conseguiu dar um simples toque para Leandro. E a última chance do jogo atravessou toda área.
Ciente de que tudo é diferente sem Neymar, o Santos pareceu conduzir o jogo até o apito final do árbitro. Cícero e Arouca estiveram muito distantes dos atacantes, os laterais não apoiaram, e o empate parecia ser o sonho dos comandados de Muricy.
Cansado, já que correu demais, Giva deu lugar a Victor Andrade, que pouco pegou na bola nos últimos minutos. Mais um 0 a 0. Que os gols estejam guardados para a fase final...
Torcida Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli)Quase 12 mil pessoas pagaram ingresso para assistir ao clássico Palmeiras x Santos (Foto: Marcos Ribolli)

FORMULA 1



Alemão ignorou ordens da RBR e partiu para cima do companheiro para vencer GP da Malásia. Arrependido, piloto tentou amenizar clima ruim


Vencedor do GP da Malásia deste domingo, Sebastian Vettel pediu desculpas ao companheiro Mark Webber, por ultrapassá-lo, contrariando as ordens da equipe RBR de segurar o ritmo nas voltas finais da prova.
- Gostaria de vir aqui com uma boa desculpa ou uma história legal, mas não posso. Essa é a verdade. Tenho que pedir desculpas a Webber. Ele estava poupando o carro e os pneus, e eu assumi um grande risco em ultrapassá-lo. Cometi um grande erro hoje. Não deveria ter feito isso. Com certeza não é uma vitória que me deixa muito orgulhoso, porque deveria ter sido de Mark. Não posso mudar isso agora. Mas espero que haja uma situação no futuro que eu possa - disse o alemão.

Webber liderou grande parte da corrida, e voltou de sua quarta parada nos boxes logo à frente do piloto alemão. Nesse momento, a RBR solicitou que a dupla diminuísse o potencial dos motores e administrasse o desgaste dos pneus. Mas o tricampeão ignorou o pedido, foi para cima do australiano, fez a ultrapassagem e venceu a prova. A atitude de Vettel deixou Webber furioso. Após a corrida, o australiano não poupou críticas ao companheiro e também disparou contra a equipe:
sebastian vettel e mark webber rbr gp da malásia (Foto: Agência EFE)Clima de constrangimento total entre Mark Webber e Sebastian Vettel no pódio (Foto: Agência EFE)
- Depois da última parada, a equipe nos disse que era para diminuírmos o ritmo, que precisávamos cuidar dos pneus e dos carros para chegar ao fim da corrida inteiros. Foi o que fiz. O Seb desrespeitou as ordens e tomou suas próprias decisões. Ele terá proteção como sempre. É assim que funciona – disse Webber.
Constrangimento no pódio
Antes das desculpas de Vettel, a dupla se encontrou na saída da pista e o australiano deixou evidente seu descontentamento. No pódio, apesar da dobradinha, o clima era de grande constrangimento. Na hora do champanhe, Webber até se afastou do companheiro.
- No fim, senti que tinha um ritmo forte no jogo de pneus médios, mais velocidade e era uma briga próxima. Devíamos ter ficado nas posições que estávamos. Eu não ignorei a ordem de propósito, mas errei nessa situação. Eu tomei a liderança de Mark, e vejo que ele está chateado com isso. Quero ser honesto com ele, falar a verdade e apenas posso pedir desculpas  – lamentou Vettel
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CORINTHIANS

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