sábado, 20 de julho de 2013

BRASILEIRAO 2013

DESTAQUES DO JOGO
  • deu certo
    Elias
    O atacante substituiu Vitinho e se posicionou na área, já que Rafael Marques se deslocava para as pontas. Abriu o placar e finalizou outras duas vezes.
  • estatística
    goleiros
    O Bota finalizou mais do que o Náutico (19 contra 12), mas foi Jefferson quem trabalhou mais. Fez cinco defesas difíceis. Berna não fez uma sequer.
  • vigiado
    Seedorf
    O holandês recebeu marcação de Derlei e pouco criou. Teve o nome gritado quando arrancou do campo de ataque para roubar uma bola na defesa.
A CRÔNICA
por GLOBOESPORTE.COM
Diante de uma forte retranca, o Botafogo precisou chacoalhar as coisas para tirar o Náutico do caminho e conseguir uma importante vitória por 2 a 0 neste sábado, em São Januário. Importante não só porque levou o time à liderança do Campeonato Brasileiro, mas também porque cria uma atmosfera positiva e inflama o torcedor para a volta ao Maracanã, no clássico contra o Flamengo, no próximo domingo, dia 28.

- É difícil não se emocionar ao sair de campo e ouvir a torcida gritar o seu nome - afirmou Elias, contratado ao Resende. - Quando o Oswaldo precisar, vou estar disposto a ajudar. Muitos não acreditavam, e o grupo me recebeu de uma forma que é de se emocionar. Acho que não vou conseguir nem dormir.
Depois de um primeiro tempo apático e enrolado do time, Elias, que acabara de entrar no intervalo, abriu o caminho para a vitória no início da etapa final. O jogador marcou seu primeiro gol com a camisa do Botafogo. O volante Renato, com pinta de centroavante, ampliou de peixinho dentro da pequena área.
O time de Oswaldo de Oliveira chegou aos 16 pontos e precisa torcer por tropeços de Coritiba e Vitória neste domingo para terminar a oitava rodada na ponta. Antes de pegar o Flamengo, no entanto, o Alvinegro enfrenta o Figueirense na quarta-feira, em Florianópolis, pela Copa do Brasil.
O Náutico, que só saiu para o ataque após levar o primeiro gol, conseguiu algumas boas jogadas no segundo tempo e exigiu cinco defesas difíceis de Jefferson. O time segue na lanterna do Brasileiro, com apenas quatro pontos em oito partidas. Na próxima rodada, enfrenta o Internacional na Arena Pernambuco, às 16h (de Brasília) de domingo.
rafael marques elias botafogo náutico são Januário Série A (Foto: Satiro Sodré / SSPress)Elias recebe o cumprimento de Rafael Marques, autor do passe para o gol (Foto: Satiro Sodré / SSPress)
Dificuldades para furar a retranca
Não dá para dizer que o Botafogo se surpreendeu com a postura do Náutico. A estratégia era conhecida, até porque tem marcado todas as atuações do time pernambucano no Brasileiro: fechadinho na defesa, com todos os jogadores atrás da linha do meio-campo, para tentar a sorte em algum contra-ataque. Não à toa está na laterna da competição. Ainda assim, os comandados de Oswaldo de Oliveira tiveram muitas dificuldades para furar o bloqueio.
Depois de um começo afobado, o Alvinegro passou rodar a bola, do lateral-direito Gilberto até Julio Cesar, pela esquerda, em busca de espaços. Seedorf tentava dar o toque de qualidade, Lodeiro se movimentava sem parar, Rafael Marques saía da área para buscar o jogo, mas o time carecia das armas mais importantes contra a retranca: velocidade e qualidade. Muito toque de lado, bolas alçadas na área ainda do bico da área e pouca objetividade. Tanto que mesmo com 68% de posse de bola no primeiro tempo, o Botafogo mal sujou o uniforme do goleiro Ricardo Berna.
Ricardo berna náutico botafogo cachorro são Januário Série A (Foto: Dhavid Normando / Futura Press)Vida de cão: Berna tenta, sem sucesso, tirar animal de campo (Foto: Dhavid Normando / Futura Press)
Elias entra e abre o placar
Diante de um obstáculo espinhoso, ter estrela pode ser a diferença para o sucesso. E a decisão de Oswaldo de Oliveira de lançar Elias após o intervalo, no lugar de Vitinho, deu resultado imediato. Rafael Marques, já vaiado pela torcida logo no início do segundo tempo, saiu mais uma vez da área, mas dessa vez conseguiu espaço, fez grande jogada e deixou Elias na cara do gol. O atacante tocou com categoria no canto: 1 a 0.
Logo após o gol, um cachorro invadiu o gramado, assim como a mascote Biriba fazia no campo de General Severiano no final da década de 1940, para comemorar os gols do time. Um sinal? Fato é que o Alvinegro passou a se sentir mais confiante, em casa, mesmo em São Januário. O Náutico saiu um pouco, forçou a defesa do Botafogo, mas também deixou espaços. Do outro lado, Dória foi à frente e acertou a trave.
Depois de rondar a área pernambucana inúmeras vezes, o Botafogo ampliou de uma forma pouco usual. Não pela jogada de Lodeiro, o incansável motor do meio-campo, mas pelo destino do seu cruzamento, que encontrou o volante Renato dentro da pequena área para completar de peixinho. Vitória assegurada e liderança na mão. Pelo menos até este domingo, quando a missão será secar os rivais.

BRASILEIRAO 2013

DESTAQUES DO JOGO
  • Capital
    duas expulsões
    Por mais que tentasse, o Grêmio tomou pressão com dois jogadores a menos. Matheus Biteco e Vargas foram expulsos e complicaram o time
  • Nas balizas
    goleiros
    Bruno, do Criciúma, e Dida, do Grêmio, fizeram intervenções importantes. O criciumense fez defesa crucial nos últimos minutos da partida
  • Carrasco?
    daniel carvalho
    Ex-Inter, meia entrou no segundo tempo para clarear a pressão do Criciúma e dar origem à jogada do gol da vitória da equipe da casa
A CRÔNICA
por João Lucas Cardoso
A valentia do Grêmio foi grande, mas não deu para conter o Criciúma somente com este atributo. O time gaúcho saiu atrás no marcador quando já tinha um homem a menos ainda no primeiro tempo, mas conseguiu o empate. Depois, com mais um jogador expulso, não teve como segurar os donos da casa, embalados pela maioria das 12.719 vozes no estádio Heriberto Hülse na noite deste sábado. O Tigre aproveitou as expulsões de Matheus Biteco e Vargas para pressionar o adversário e sair com uma importante vitória pelo placar de 2 a 1.
Espantando o frio, a partida começou quente, com chances para os dois lados. Mas o Grêmio gelou em dois momentos da etapa inicial. Primeiro com a expulsão de Matheus Biteco. Pouco depois com o gol de Wellington Paulista. Mesmo com um a menos, o time gaúcho chegou ao empate, com um gol de Zé Roberto. Porém, com a expulsão de Vargas na segunda etapa, os gremistas passaram sufoco. Só deu Criciúma até o final. O gol era questão de tempo. De tanto pressionar, Matheus Ferraz acabou marcando o segundo gol do Tigre, que decretou a primeira derrota de Renato Gaúcho e freou pelo menos até o fim desta rodada as pretensões do Tricolor Gaúcho de chegar ao G-4.
- A gente lutou e batalhou, infelizmente não foi o resultado que a gente queria. Demos o máximo aqui. Mas, infelizmente, com dois jogadores a menos, é complicado. É levantar a cabeça na semana que temos para trabalhar. Vamos pegar o Fluminense em casa e fazer de tudo para ganhar - afirmou o lateral Pará, do Grêmio.
No lado do Criciúma, o goleiro Bruno disse que as expulsões de Matheus Biteco e Vargas contribuíram. Porém, acredita que o êxito do Tigre foi conseguir aproveitar a situação.
- Soubemos jogar com dois a mais, fomos inteligentes. Mesmo quando estava onze contra onze, a gente estava bem no jogo. Depois que os jogadores deles foram expulsos conseguimos ter um domínio grande no jogo, e o resultado está aí: muito importante essa vitória – concluiu, na saída de campo.

lance de jogo entre grêmio e Criciúma Série A (Foto: Fernando Ribeiro / Futura Press)Na nona rodada do Campeonato Brasileiro, o Criciúma vai ao Rio de Janeiro. No sábado (27) encara o Vasco, às 18h30m, em São Januário. Já o Grêmio enfrenta o Fluminense no domingo (28), às 16, na Arena.
Werley e Leandro Brasília disputam bola no Heriberto Hülse (Foto: Fernando Ribeiro / Futura Press)
Fogo contra fogo
Desde o início, o Tigre buscava o ataque na tentativa de fazer balançar a rede do experiente goleiro Dida. Logo aos sete minutos, Wellington Paulista ajeitou para Leandro Brasília, que vinha de trás, chutar no canto esquerdo. Dida defendeu, mas no rebote Elton mandou pro gol. A comemoração só não foi completa, pois o auxiliar Luiz Henrique Souza Santos marcou impedimento na jogada.

A resposta gremista ocorreu quatro minutos depois. Vargas invadiuu a área, mas o arqueiro Bruno saiu no pé do atacante. Na sobra, Matheus Biteco tentou acertar o gol vazio. No entanto, o zagueiro Fábio Ferreira conseguiu tirar em cima da linha. O lance animou o time gaúcho e diminuiu por alguns minutos o ímpeto ofensivo do Criciúma.
Porém com a entrada de Cris no lugar de Werley, que saiu contundido, e com a expulsão de Matheus Biteco após revidar com um soco uma falta cometida por Leandro Brasília, o Tigre voltou a pressionar novamente até marcar o primeiro gol. Após rápida jogada, aos 25, Marlon cruzou da esquerda na medida para Wellington Paulista, que se antecipou ao zagueiro Cris e mandou a bola para o fundo da rede. Criciúma 1 a 0.

Em desvantagem no plcar, o Grêmio passou a se defender a espera de um deslize da equipe catarinense, que acabou acontecendo. Após Elton e Leandro Brasília trocarem passes com displicência, Ramiro tomou a bola e tocou para Zé Roberto, que da meia lua chutou para empatar a partida.

Pressão que dá certo
Ciente de que precisava carregar o time no grito, a torcida da casa começou o segundo tempo sendo mais atuante que o Criciúma em campo. Aos 8, Vargas deu um chute em Amaral após receber uma falta e foi dedurado ao árbitro pelo assistente Bruno Boschilia. O atacante gremista acabou sendo expulso. Com dois jogadores a mais, o Tigre buscou aumentar o seu poder de ataque. Vadão sacou o volante Elton e botou o meia Daniel Carvalho no jogo.

Com fogo renovado, fez o técnico Renato Gaúcho suar frio aos 16. Em jogada colorada, Daniel Carvalho colocou na frente para Cassiano, que foi emprestado ao Tigre pelo Inter. O atacante tocou na saída de Dida, mas o zagueiro Bressan conseguiu afastar o perigo.

Renato Gaúcho ainda tentou atuar com três zagueiros, com a entrada de Gabriel na vaga de Elano como forma de conter os avanços do Tigre. Já Vadão fez o inverso ao tirar um volante e colocar um atacante. Com o trio ofensivo formado por Fabinho, Cassiano e Wellington Paulista, o gol da vitória não demorou muito para sair.

Aos 29, Daniel Carvalho colocou na ponta direita para Sueliton cruzar rasteiro e Matheus Ferraz chegar chutando para fazer o segundo gol do Criciúma. Valente mesmo com dois jogadores a menos, o Grêmio ainda buscou o ataque, sobretudo através de jogadas de bola parada. Aos 44, Kleber recebeu passe de Zé Roberto e fez o goleiro Bruno praticar uma ótima defesa, que garantiu a vitória e a alegria da maioria dos torcedores presentes no estádio Heriberto Hülse.

SERIE B


Após se recuperar, atacante precisa de apenas um leve empurrão para marcar o segundo gol paranista e ganhar moral na equipe tricolor


O atacante Reinaldo não precisou de muito para fazer as pazes com a rede. Na vitória do Paraná Clube sobre o América-RN bastou um toque em quatro minutos em campo para ele se consagrar. O colega Paulo Sérgio já tinha aberto o placar, após cobrança de pênalti, mas se machucou no mesmo lance do gol.
Sem condições, Paulo saiu, e Reinaldo assumiu a vaga. Antes de entrar em campo, o técnico Dado Cavalcanti só deu uma orientação: "A sua função é fazer gol". O atacante seguiu a ordem na medida. Após um bom cruzamento de Moacir, ele deu um toque inteligente para completar.
- Fui feliz na minha primeira finalização. Mérito do trabalho da semana. A Série B é muito difícil e qualquer oportunidade precisa ser aproveitada. Temos que fazer gols. Se der para fazer três ou quatro, tem que ser assim - disse, na saída de campo.
O atleta conseguiu marcar o seu primeiro gol após retornar de recuperação. Na disputa por uma vaga no time titular, o jogador conseguiu dar um passo importante, já que Paulo Sérgio é dúvida para o próximo jogo.
O Tricolor só volta a campo no sábado que vem, quando recebe o Ceará na Vila Capanema, às 16h20m (de Brasília). O Paraná está na sexta colocação com 15 pontos, um a menos que o quarto colocado.
Reinaldo Paraná Coritiba comemoração gol (Foto: Divulgação / Site oficial do Paraná Clube)Reinaldo conseguiu marcar gol no retorno, além de boa movimentação (Foto: Divulgação / Site oficial do Paraná Clube
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CORINTHIANS


Revelado pelo Corinthians, brasileiro deixa o Roma por € 35 milhões (R$ 
101,5 milhões) e assina contrato de cinco temporadas com clube francês


A previsão de Laurent Blanc se confirmou: Marquinhos foi realmente contratado pelo Paris Saint-Germain. O anúncio saiu na tarde desta sexta-feira através do site oficial do clube francês, horas depois de o técnico declarar em entrevista coletiva que poderia tê-lo em breve no elenco. A transferência rondou os € 35 milhões (R$ 101,5 milhões), o que faz do jogador revelado pelo Corinthians e que defendia o Roma, da Itália, o quarto zagueiro mais caro da história aos 19 anos. Ele assinou um contrato pelas próximas cinco temporadas - até junho de 2018 - e vestirá a camisa 5.
Marquinhos, desta forma, só está atrás de três consagrados nomes do futebol mundial: o inglês Rio Ferdinand (€ 46 milhões do Leeds ao Manchester United), o brasileiro Thiago Silva (€ 42 milhões do Milan ao PSG) e o francês Lilian Thuram (€ 41,5 milhões do Parma ao Juventus).
- Estou muito contente por fazer parte do PSG, um clube onde tantos brasileiros jogaram e ajudaram a escrever a história. Farei tudo o que for possível para continuar essa tradição e escrever o meu próprio nome no ilustre livro dos recordes deste time. O Paris Saint-Germain irá me continuar ajudando a progredir com jogadores excepcionais, com o desejo de ganhar troféus e também ganhar o coração dos torcedores - disse o jogador.
Marquinhos PSG (Foto: Divulgação / Site Oficial PSG)Marquinhos já recebeu as boas-vindas do site do Paris Saint-Germain (Foto: Divulgação / Site Oficial PSG)
O defensor é a terceira contratação milionária do PSG para a temporada. Na terça-feira, o clube francês confirmou o reforço do atacante uruguaio Cavani por € 64 milhões (cerca de R$ 185 milhões), a quinta maior negociação da história. No dia seguinte, anunciou o lateral-esquerdo francês Lucas Digne, de 19 anos, campeão mundial sub-20 vindo do Lille por € 15 milhões (R$ 43,5 milhões aproximadamente). Ele será mais uma boa opção para a zaga parisiense, que já conta com os também brasileiros Thiago Silva e Alex, além do francês Sakho e do uruguaio Lugano.
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Marquinhos PSG (Foto: Globoesporte.com)Marquinhos será o camisa 5 (Foto: Júlio Taran)
- A transferência de Marquinhos, uma futura estrela, na qual as qualidades já atraíram a atenção dos maiores clubes da Europa, é um motivo de grande satisfação para o Paris Saint-Germain. E ressalta o desejo do clube de olhar para o futuro, a fim de se tornar um dos maiores do continente - afirmou o presidente catari Nasser Al Khelaifi, responsável por toda a transformação do PSG numa das potências do mundo.
Contratado há um ano, Marquinhos estreou no Roma no dia 16 de setembro, diante do Bologna, jogando os 15 minutos finais do confronto. Duas rodadas depois, entrou no primeiro tempo contra o Juventus e se firmou de vez entre os 11. Foram 26 partidas no Campeonato Italiano, sendo 22 como titular. Antes de ir para a Europa, o zagueiro foi capitão da seleção brasileira sub-17, disputando o Mundial e o Sul-Americano da categoria, e ainda atuou algumas vezes na equipe profissional do Corinthians que foi campeã da Taça Libertadores em 2012.
Corinthians beneficiado com negócio
Marquinhos corinthians treino (Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians)Marquinhos nos tempos de Corinthians: Timão é
um dos beneficiados (Foto: Daniel Augusto Jr.)
Pouco aproveitado no Corinthians, Marquinhos chegou inicialmente ao clube da capital italiana por empréstimo. A negociação rendeu aos cofres alvinegros € 1,5 milhões. Na Europa, as boas atuações do jovem brasileiro despertaram o interesse dos dirigentes italianos, que acertaram a compra dos direitos econômicos do atleta no fim de 2012, por € 5 milhões (cerca de R$ 13 milhões na época).
Como clube formador, o Timão tem direito a receber 3% do total do valor oferecido pelo PSG ao Roma. Além disso, uma cláusula no contrato de Marquinhos dá ao Corinthians mais 5% do montante pago pelos franceses.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

LIBERTADORES


'Hinchas' paraguaios são atropelados durante festejos, enquanto fã do Galo
se machuca em confronto entre torcidas, de acordo com imprensa local


O clima após a vitória do Olimpia por 2 a 0 sobre o Atlético-MG (veja no vídeo ao lado), na partida de ida da final da Libertadores, foi de tensão em Assunção. Depois do jogo, dois torcedores da equipe paraguaia morreram atropelados duante os festejos pelo triunfo, segundo a “Radio Monumental”, enquanto grupos das torcidas se enfrentaram, com o saldo de um brasileiro ferido.
As vítimas paraguaias foram identificadas como Carlos Javies Palacios e Carlos Rodrigo Fleitas Franco, ambos de 23 anos. Palacios morreu no local, enquanto o Franco faleceu no hospital. O motorista se entregou horas depois do incidente e dava sinais de estar embriagado.

Olimpia e Atlético-MG voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, em Belo Horizonte. Os paraguaios podem perder por até um gol de diferença que conquistam o título da Libertadores. Ao Galo, resta vencer por três gols de diferença para ser campeão ou por dois para levar o duelo para a prorrogação
Além deste episódio, houve também um duelo entre torcedores do Olimpia e do Atlético-MG, segundo a “Radio Canal”. O confronto aconteceu na cidade de Capiatá, próxima a Assunção, e teria começado com uma emboscada dos paraguaios aos ônibus dos fãs do Galo. Na confusão, o brasileiro Bruno Augusto da Silva quebrou a perna. Em represália, os brasileiros teriam destruído carros nas ruas
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LIBERTADORES

Atacante atrapalha Victor e explica que treinador pediu para que ele 
fosse na bola para o goleiro cuidar do canto


Era uma bola defensável. Mas a cobrança de falta de Pittoni, do Olimpia, aos 48 minutos do segundo tempo entrou.Alecsandro pulou junto ao ângulo direito de Victor, atrapalhando o goleiro atleticano na defesa. Com o gol, o Olimpia bateu o Galo por 2 a 0, no Defensores del Chaco, no Paraguai e abriu vantagem na decisão da Libertadores. O atacante justificou o erro, alegando que o posicionamento na hora da falta foi uma ordem de Cuca.
Alecsandro disse que o time estava ciente que o meia Pittoni era preciso nas bolas paradas. Contou que o comandante atleticano pediu para que Victor cuidasse do canto porque o jogador paraguaio tem costume de cobrar no ângulo do goleiro. O atacante cumpriu a ordem. Foi na bola, mas não a alcançou.
- Um lance que a gente sabia que o batedor batia bem. A gente tentou colocar nossa barreira mais alta possível. O Victor se preocupou com o canto dele, que a gente viu que ele batia no canto do goleiro. E ali foi uma ordem do Cuca para mim, no momento. Eu escutei pedindo para o Victor cuidar do canto dele e eu ir na bola. Aconteceu o lance, acabei deixando para o Victor, o Victor deixando para mim.

- Vendo bem o lance eu acho que seria difícil a defesa. Ele bateu muito bem e a gente tem que lamentar porque acabou sendo um gol injusto. Acabou nos dificultando bastante. Agora no Mineirão a gente tem que fazer o dever de casa e, se Deus quiser, levantar esse título.
Conformado com o erro, Alecsandro ameniza a falha, enaltecendo a cobrança. Ele acredita, que mesmo se não tivesse atrapalhado Victor, o goleiro teria dificuldades para chegar na bola. Não escondeu a insatisfação com o gol sofrido no último minuto, mas acredita que o time pode vencer o Mineirão para ser campeão da Libertadores.
Para erguer o caneco, o Galo precisa vencer por três gols de diferença. Qualquer resultado favorável ao time mineiro por dois de diferença leva a disputa para a prorrogação. A partida decisiva acontece no Mineirão, na próxima quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), com transmissão ao vivo e em alta definição pela TV Globo Minas. O internauta poderá acompanhar as emoções do pré-jogo e da partida no Tempo Real do GLOBOESPORTE.COM
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CORINTHIANS


Tite revela motivação para conquista da Recopa em estatísticas trazidas por gerente de futebol. Mário Gobbi fala em repetir ciclo


A conquista da Recopa Sul-Americana sobre o São Paulo, quarta-feira, no Pacaembu, foi só mais um passo na consolidação do Corinthians como um gigante no Brasil e também fora dele. Agora, porém, o Timão pode se afirmar como “campeão de tudo”. Estadual, Brasileiro, Libertadores, Mundial e Recopa. O ciclo fechado pelo técnico Tite e seu grupo não é o suficiente para o clube se acomodar. Agora, a intenção é repetir os títulos e firmar ainda mais o nome do Corinthians no cenário internacional.

– Temos um Campeonato Brasileiro muito difícil pela frente, e temos condições de conquistá-lo. Trabalhamos para isso, e sabemos que o elenco e o Tite estão muito motivados. Depois do Mundial, foi a mesma coisa. Tivemos essa sede e conquistamos já o Paulista e a Recopa – afirmou o presidente.
Este foi o discurso do presidente Mário Gobbi após o título. Ciente de que um ciclo poderia ter se fechado no clube, ele logo afirmou que o novo objetivo era conquistar novamente o Brasil, a América e o mundo.
Danilo taça Recopa Corinthians São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Recopa Sul-Americana coroa série de títulos internacionais (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Um dado estatístico levantado pelo gerente de futebol Edu Gaspar motivou ainda mais o elenco na Recopa. Com a conquista, o Corinthians se viu elevado ao patamar de grandes clubes europeus, que também conquistaram campeonato nacional, continental, mundial e a Recopa dentro de um ciclo.
– Nos últimos 38 anos, só sete times no mundo conseguiram conquistar esse ciclo. Tem Milan, Juventus, São Paulo de Telê Santana, Ajax, Barcelona, Real Madrid... Esse é o trabalho de uma equipe que tem o Tite, mas também todos os atletas. É uma coisa extraordinária que vai ficar na história. Somos apenas a oitava equipe que consegue isso – comemorou Tite.
Cassio festa Corinthians Recopa (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Cássio passeia pelo Pacaembu com a taça
(Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Desde a volta para a Série A do Campeonato Brasileiro, no fim de 2008, o Corinthians viveu ascensão quase constante. A Copa do Brasil e o Paulista de 2009 ainda são frutos de outra fase, com Ronaldo em campo e uma política diferente de contratações. Depois de 2010, já com Tite no comando, o sucesso continuou com outras prioridades: jogadores mais identificados com o Corinthians, que cresceram aos poucos dentro do elenco.
A fórmula rendeu o Brasileirão de 2011, a Libertadores e o Mundial de 2012, e o Paulistão e a Recopa de 2013. Orgulhoso, Tite sabe da história que está construindo dentro do Corinthians.
– Sinto-me muito orgulhoso por tudo isso. Nós vivemos de desafio, e a Recopa era mais um desafio para nós. A forma da conquista é o mais importante, elas foram muito marcantes, todas com futebol de alto nível. Tivemos um grande jogo contra o São Paulo – ressaltou o técnico.
O ciclo se reinicia já no próximo domingo, quando o Timão pega o Atlético-PR, pelo Campeonato Brasileiro. Antes disso, porém, o comandante espera saborear um pouco seu quinto título no comando da equipe.
– Me dê dois dias para responder sobre isso. Agora quero relaxar – encerrou Tite
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CORINTHIANS

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