sábado, 10 de agosto de 2013

SERIE B

A CRÔNICA
por Marcelo Hazan
A torcida do Palmeiras lotou o Pacaembu, neste sábado, para rever Valdivia, poupado contra o São Caetano, torcendo pela manutenção da série invicta e da liderança do Campeonato Brasileiro da Série B. Tudo isso aconteceu, mas não foi fácil. Porque do outro lado estava o aplicado Paraná, do técnico Dado Cavalcanti. De virada, o Verdão venceu por 2 a 1, gols de Juninho e Wesley (Charles, contra, fez para o Paraná), para festa dos palmeirenses que compareceram em peso: 29.012 pagantes - recorde de público nesta Série B.

Na próxima terça-feira, o Palmeiras enfrenta o Joinville, na Arena Joinville. No mesmo dia, o Paraná faz o confronto direto pelo G-4 com o Boa Esporte, que também tem 23 pontos, mas está em quinto porque tem saldo de gols menor (9 a 0)
.Agora, o Palmeiras está há nove jogos invicto - lidera a competição, com 34 pontos. Já o Paraná vê quebrada a sua série de nove partidas sem derrotas, mas se mantém em quarto, com 23 pontos.
Wesley e Valdivia comemora, Palmeiras x Paraná Clube (Foto: Mauro Horita/Agência Estado)Wesley e Valdivia comemoram vitória alviverde no Pacaembu (Foto: Mauro Horita/Agência Estado)
Paraná sai na frente
Os bons números de Palmeiras e Paraná, ambos no G-4, com ataques efetivos e defesas bem armadas , já anunciavam um confronto equilibrado no Pacaembu. E isso ficou claro no primeiro tempo. Espelhados no 4-4-2, os times travaram batalha intensa no meio de campo.
Dificultado pela disciplina tática do Paraná, o Verdão teve muito trabalho para levar perigo. O time paranaense, com Ricardo Conceição incansável, bloqueou a entrada de sua área. Restou ao time da casa arriscar chutes de longe, sem perigo.
Pouco ameaçado, o Paraná se animou e chegou ao gol na bola parada, com grande colaboração de um palmeirense. Aos 17 minutos, Lucio Flavio cruzou da esquerda. Anderson subiu e desviou. A bola não entraria, mas o volante Charles, ao tentar afastá-la da área, mandou para as redes: gol contra.
Após ver Reinaldo quase ampliar o marcador, Valdivia chamou a responsabilidade e comandou as ações ofensivas. Ele chegou a sentir a perna direita após levar pancada de Ricardo Conceição, mas seguiu em campo. O Mago até teve um gol anulado por impedimento, aos 34. O Verdão só voltaria a levar perigo a três minutos do fim da etapa inicial, quando Luis Carlos defendeu chute à queima-roupa de Leandro. Insatisfeitos com a derrota parcial, torcedores palmeirenses vaiaram a equipe.
Verdão cresce e vira
Além da torcida, o técnico Gilson Kleina também estava descontente com o Palmeiras. Por isso, substituiu Charles por Mendieta. Com dois meias, o time verde aumentou o seu volume de jogo e encurralou o Paraná. O gol era inevitável e começou a ser construído por Valdivia.
No meio, o chileno acertou belo passe para Luis Felipe invadir a área pela direita. O lateral deu um corte para dentro e finalizou cruzado de esquerda. Luis Carlos defendeu, e, no rebote, Juninho empatou: 1 a 1, aos 14 minutos.
O Paraná apareceu muito pouco na etapa final. Apenas Reinaldo dava algum trabalho aos zagueiros palmeirenses, que, apesar do aperto, souberam controlá-lo. Pouco antes de virar, o Verdão ainda perdeu gol incrível com Leandro. Wesley fez grande jogada pela esquerda e cruzou. O atacante, na pequena área, com o gol livre à sua frente, errou o alvo.
Wesley, aliás, deu a volta por cima no jogo. Depois de errar muitos passes e até pisar na bola no primeiro tempo, ele mostrou muita tranquilidade para marcar o seu e virar a partida, novamente em jogada iniciada por Valdivia. O Mago lançou Mendieta, que chutou. Luis Carlos deu outro rebote. Com calma, Wesley pegou a sobra, limpou um zagueiro e definiu o lance com classe: explosão no Pacaembu.
A virada fez a aplicação tática paranaense acabar e o time teve de sair com tudo na busca pelo gol, sem sucesso. Antes do fim, Valdivia ainda cumpriu uma promessa: forçou o terceiro cartão amarelo e foi substituído por Eguren. Ele foi convocado pela seleção do Chile para amistoso contra o Iraque e já seria desfalque diante do Joinville, terça-feira.

NOTICIAS


Duas das contratações mais caras da história do clube são destaques em vitória por 3 a 0 em St. Louis, nos EUA. Casemiro também tem boa atuação


O Real Madrid versão Carlo Ancelotti chegará embalado para o Campeonato Espanhol. Após conquistar o título da Champions Cup contra o Chelsea, na última quarta-feira, o time merengue encerrou a sua pré-temporada 2013/2014 com vitória contundente sobre o Internazionale de Milão, neste sábado, por 3 a 0. O amistoso foi disputado no Edward Jones Dome, estádio do Saint Louis Rams, da NFL, nos Estados Unidos.

Duas das contratações mais caras da história do clube, Cristiano Ronaldo e Kaká deixaram a sua marca. O meia brasileiro, titular durante todos os 90 minutos - algo inédito nos últimos tempos -, abriu o placar logo aos dez minutos, completando rebote do goleiro Handanovic, de peixinho. O próprio camisa 8 havia finalizado no lance anterior, mas o sérvio praticou grande defesa.
Cristiano Ronaldo comemora, Real Madrid x Inter de Milão (Foto: AP)Cristiano Ronaldo comemora o segundo gol do Real Madrid sobre o Inter de Milão (Foto: AP)
Já o craque português ampliou aos 37 ao receber boa assistência do volante Casemiro - outro destaque da partida - e chegou ao seu sexto gol apenas nesta pré-temporada. O argentino Ricky Álvarez, aos 18 da etapa final, fechou o placar com um gol contra de cabeça. A equipe do técnico Walter Mazzarri melhorou a partir da larga desvantagem, mas esbarrou na própria deficiência técnica e também no goleiro Diego López, titular no lugar de Casillas.
Além de Kaká e Casemiro, o lateral-direito Jonathan e o zagueiro Juan foram outros brasileiros em campo - os dois pelo lado dos nerazzurri. O zagueiro Pepe, nascido em Maceió e naturalizado português, também esteve presente no segundo tempo.
O Real Madrid agora se despede dos Estados Unidos e volta à Espanha, onde receberá no próximo domingo o Real Bétis, pela abertura do Campeonato Espanhol. No meio de semana, muitos de seus atletas irão defender suas respectivas seleções em amistosos internacionais. O mesmo vale para o Inter de Milão, que só estreará no Campeonato Italiano em duas semanas.
Cristiano Ronaldo comemora, Real Madrid x Inter de Milão (Foto: AP)Cristiano Ronaldo, por outro ângulo, após aproveitar ótimo passe de Casemiro (Foto: AP)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

COPA 2014


Arenas seguem em evolução e prometem ser entregues no mês de dezembro. Apenas no Corinthians deve ficar para janeiro de 2014

O Governo Federal, através do Portal da Copa, divulgou nesta sexta-feira novas fotos das obras de reforma ou construção dos seis estádios que ainda precisam ser entregues para o Mundial de 2014. A data limite estipulada pela Fifa é dezembro, mas a Arena Corinthians ganhou mais um tempo e deve finalizar os trabalhos no início de janeiro. Além do estádio paulista, a Arena da Baixada, em Curitiba, o Beira-Rio, em Porto Alegre, a Arena Pantanal, em Cuiabá, a Arena das Dunas, em Natal, e a Arena da Amazônia, em Manaus, seguem em evolução.
Aparentemente mais avançada, a Arena Corinthians precisará de mais tempo devido a instalação dos 20 mil assentos temporários (localizados atrás do gol). A explicação técnica para o atraso dessa fase da obra é que, por uma questão da segurança, não há como trabalhar simultaneamente na instalação das cadeiras e na colocação da cobertura.
Outros seis estádios já foram entregues e sediaram jogos da Copa das Confederações, são eles: Maracanã, no Rio de Janeiro, Estádio Nacional de Brasília, Arena Pernambuco, Mineirão, em Belo Horizonte, Castelão, no Ceará, e Fonte Nova, na Bahia.
Confira as imagens das obras:
Arena Corinthians
Arena Itaquera obras São Paulo Copa 2014 (Foto: Divulgação)Arena Arena Corinthians segue em obras para a abertura da Copa de 2014 (Foto: Divulgação)
Beira-Rio (Porto Alegre)
Obras de modernização do Beira-Rio (Foto: Alexandre Sperb / Beira-Rio, Gigante Para Sempre, DVG)Obras de modernização do Beira-Rio (Foto: Alexandre Sperb / Beira-Rio, Gigante Para Sempre, DVG)
Arena da Baixada (Curitiba)
Arena da Baixada obras Curitiba Copa 2014 (Foto: Divulgação)Arena da Baixada, do Atlético Paranaense, em Curitiba (Foto: Divulgação)
Arena das Dunas (Natal)
Arena Dunas (Foto: Divulgação / Fifa.com)Arena Dunas, em Natal, promete muita modernização (Foto: Divulgação)
Arena da Amazônia (Manaus)
Arena da Amazônia, Manaus (Foto: Chico Batata/Agecom)Arena da Amazônia, em Manaus (Foto: Chico Batata/Agecom)
Arena Pantanal (Cuiaba)
Arena Pantanal obras Cuiaba Copa 2014 (Foto: Divulgação)Arena Pantanal, em Cuiaba (Foto: Divulgação)

CORINTHIANS


Atacante entra na vaga de Guerrero para duelo deste domingo, no Pacaembu. Danilo pode ser poupado, e Emerson deve voltar


Pato no treino do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)Pato melhora e ganhará nova chance
(Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians)
O técnico Tite confirmou a entrada do atacante Alexandre Patoentre os titulares do Corinthians no jogo deste domingo contra o Vitória, às 16h (horário de Brasília), no Pacaembu, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Sem Paolo Guerrero, liberado para se apresentar à seleção peruana, Tite vai dar uma sequência de jogos a Pato, que vive momento de instabilidade - criticado pela torcida e sofrendo com atuações abaixo da média.
- O Pato joga. O menino trabalha para caramba. A característica do atleta que joga no Corinthians é de competitividade, arrastar a bunda no chão, sujar o calção e competir. O Pato está melhorando nesse sentido, e domingo já vamos ver assim - afirmou Tite.
O restante do time só será conhecido após o treino deste sábado, no CT Joaquim Grava. A única dúvida está no meio-campo, já que Danilo tem grandes chances de ser poupado. A tendência é que Emerson Sheik retome um espaço entre os titulares – ele cumpriu suspensão no empate por 1 a 1 com o Santos, quarta-feira passada.
Na defesa, Tite confirmou Felipe na vaga do suspenso Paulo André. Isso porque Cléber, recém-contratado da Ponte Preta, ainda não reúne condições ideais para jogar os 90 minutos. Mesmo assim, o zagueiro pode ser opção no banco de reservas.
Com isso, a formação deverá ser a seguinte: Cássio, Edenílson, Gil, Felipe e Fábio Santos; Ralf e Guilherme; Romarinho, Renato Augusto e Emerson; Alexandre Pato. Neste sábado, o técnico vai comandar um treino tático só com os 11 titulares, sem adversário, como costuma fazer nas vésperas de jogos
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VOLEI


Seleção vê adversárias ditarem o ritmo na primeira parcial, mas mostra força e garante quarto triunfo no Grand Prix; próximo jogo será contra a Bulgária


O Brasil demorou a engrenar. Para piorar a situação, a República Dominicana parecia determinada a pôr um ponto final na invencibilidade das bicampeãs olímpicas na temporada. No primeiro set conseguiram colocar uma ruga de preocupação na testa da equipe verde-amarela. No segundo, começaram a perceber que teriam problemas. A seleção reagiu, se impôs e não deixou mais que De La Cruz fizesse a diferença. O sorriso estava de volta e a vitória no bolso: 3 sets a 1, parciais de 20/25, 25/22, 25/12 e 25/18. Com o resultado desta sexta-feira, no primeiro jogo da segunda etapa da fase classificatória do Grand Prix, que está sendo disputada em Mayaguez, Porto Rico, as comandadas do técnico José Roberto Guimarães asseguraram o quarto triunfo na competição e o 16º no ano.
As maiores pontuadoras da partida foram a jovem Gabi e De La Cruz, ambas com 25 pontos. O próximo compromisso será diante da Bulgária. A partida será às 18h (de Brasília), com transmissão do SporTV2.
O jogo
Com o bloqueio funcionando bem, as dominicanas abriram 4/2. O Brasil tentava tomar o comando do placar, forçando o saque em cima de De La Cruz. Não demorou para que o time chegasse ao empate (6/6). Mas parou por ali. As adversárias mostravam atenção e confiança. Se pecava na recepção, De La Cruz encontrava espaços e não perdoava no ataque: 12/8. Zé Roberto resolveu parar o jogo para colocar ordem na casa. Na volta, mais um ponto das rivais. Era a hora de sacar Sheilla do banco. Com a oposto em quadra, a República Dominicana começou a sentir mais dificuldades. A vantagem que chegou a ser de seis pontos caiu para dois (16/14). Marcos Kwiek pediu tempo. As comandadas entenderam o recado, se ajustaram e fecharam o primeiro set: 25/20.
Fernanda Garay jogo vôlei Brasil contra Rep. Dominicana Grand Prix (Foto: Divulgação / FIVB)Fernanda Garay conseguiu 20 acertos na partida (Foto: Divulgação / FIVB)
E não deixaram cair o ritmo no seguinte. De La Cruz continuava dando trabalho, tanto no saque quanto no ataque (7/3). Dani Lins apostava na velocidade para tentar se aproximar no placar. Deu certo. A diferença diminuiu para um ponto (9/8).  Só que as brasileiras voltaram a cometer erros ofensivos e outra vez as dominicanas conseguiram se distanciar (11/8). Até que Fê Garay voltou a aparecer no jogo. Foram três acertos seguidos. Com um bloqueio de Gabi, o Brasil deixou tudo igual (12/12). A virada veio. As adversárias resistiam e retomavam o comando do marcador. Por pouco tempo. Um bloqueio de Juciely, seguido de um erro de recepção, levaram a um novo empate (19/19). Na reta final, Sheilla deixou o Brasil em vantagem. Dali em diante, o time não olhou mais para trás: 25/22.
As dominicanas sentiram o golpe. O jogo já não fluía mais com a facilidade de antes. O do Brasil, sim. Fabiana dava trabalho e arrancava sorrisos das companheiras (11/2). Do outro lado, De La Cruz já não parecia tão ameaçadora assim. Até porque Juciely sempre que podia fechava a porta para ela no bloqueio. Sem muita dificuldade, a seleção fez 18/5 e foi administrando a frente até fechar o terceiro set: 25/12.
Volei Grand Prix - Republica Dominicana x Brasil (Foto: FIVB)De La Cruz deu trabalho no primeiro set do confronto (Foto: FIVB)
Do outro lado da quadra, o técnico brasileiro Marcos Kwiek tentava fazer sua equipe reagir. Em vão. Gabi brilhava e minava ainda mais as forças das dominicanas (15/8). Fabiana fazia o mesmo no saque. Com nove pontos atrás no placar, já não havia muito a ser feito. Zé Roberto permitiu então que Claudinha fizesse sua estreia na competição e sentisse o gostinho de uma vitória brasileira: 25/18.
Confira as escalações:
Brasil: Dani Lins, Fernanda Garay, Gabi, Monique, Fabiana, Juciely e Camila Brait (líbero).Entraram: Sheilla, Michelle e Claudinha. Técnico: José Roberto Guimarães.
República Dominicana: Echenique, Vargas, Fersola, Rodriguez, Rivera, De La Cruz e Castillo (líbero). Entraram: Binet, Mambru e Marte Técnico: Marcos Kwiek
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BRASILEIRAO 2013


Regularizado na CBF, zagueiro espera ganhar entrosamento rapidamente com os novos companheiros: 'O objetivo é conquistar espaço e títulos'


Um treinamento com o grupo no Ninho do Urubu, a apresentação oficial e a camisa 3 nas mãos. O zagueiro Chicão, finalmente, consolidou sua transferência para o Flamengo e poderá fazer a sua estreia no clássico diante do Fluminense, domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. O jogador assinou contrato até o fim de 2014 e foi regularizado na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na noite desta sexta.
O técnico Mano Menezes chegou a utilizar Chicão em um time com 13 jogadores de linha, que contava com os titulares. O jogador de 32 anos está confiante no que pode apresentar no Flamengo. Seu último jogo pelo Corinthians foi contra o Bahia, no dia 7 de julho, pelo Campeonato Brasileiro.
- Fui muito bem recebido, conheço bastante gente do grupo, minha relação é muito boa com o Mano, com os atletas. O objetivo é conquistar meu espaço primeiro e conquistar títulos. Não quero só passar pelo Flamengo - afirmou Chicão.
Chicão apresentação Flamengo (Foto: Thales soares)Chicão veste a camisa do Flamengo de jogo pela primeira vez (Foto: Thales Soares)
Apesar da expectativa pela estreia já em um clássico, Chicão disse que Mano ainda não teve qualquer conversa com ele relacionada ao sistema de jogo. Segundo o jogador, ele está em boas condições físicas para atuar os 90 minutos.
- Eu estava trabalhando lá, estava treinando, estava à disposição. E agora aqui vou procurar meu espaço e procurar jogar. Eu estou bem fisicamente, entrosamento é na base da conversa. A expectativa é a melhor possível. Saindo a documentação, vou estar à disposição. É bacana estrear num clássico, mexe com o torcedor. Disputei muitos clássicos em São Paulo. Sei que mexe - comentou Chicão.
No Flamengo, o jogador encontrou uma série de ex-companheiros de Corinthians. O fato ajuda Chicão a se entrosar ainda com mais facilidade no grupo.
- A gente tem que conversar bastante. Fiz algumas partidas com o Wallace em São Paulo. Faz tempo que não jogo com o André Santos, com o Felipe. Mas vamos procurar entrosamento. Vamos procurar brigar o máximo pelo topo na tabela. Neste momento, é difícil falar em Libertadores, Sul-Americana - disse Chicão.
No jogo contra o Fluminense, o zagueiro terá de cara um confronto com o atacante Fred, titular da seleção brasileira na conquista da Copa das Confederações. Chicão evitou esquentar o duelo.
- Já marquei o Fred, tem qualidade, é um jogador de Seleção, vou respeitar e procurar marcá-lo - afirmou Chicão.
O Flamengo ocupa apenas a 13ª colocação no Campeonato Brasileiro, com 14 pontos. Chicão está acostumado a ficar na parte de cima da tabela e garante ter consciência de sua responsabilidade.
- Meu objetivo é vencer sempre, esse é mais um desafio na minha vida. Cheguei ao Corinthians desconhecido, conquistando espaço, chego aqui de maneira diferente. Quero conquistar o torcedor. Todo jogador que chega ao Flamengo chega com responsabilidade, comigo não é diferente. Tem uma garotada boa aí, vou procurar ajudar, conversar, incentivar, passar tranquilidade. O que me motiva é estar numa grande equipe. Isso já é uma motivação muito grande - afirmou Chicão
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NOTICIAS


Jogando em casa, bávaros não têm atuação brilhante, mas derrotam
o Borussia Mönchengladbach por 3 a 1, na abertura da Bundesliga

Por GLOBOESPORTE.COMMunique, Alemanha

Dribles, boas defesas, gol contra, gol a favor, pênalti defendido, outro convertido, reclamações...Se depender do primeiro jogo do Campeonato Alemão, a competição nacional mais badalada da Europa na atualidade promete muitas emoções nesta temporada. Em um jogo muito movimentado e surpreendentemente equilibrado, o Bayern de Munique, atual campeão da Bundesliga, derrotou o Borussia Mönchengladbach por 3 a 1, em casa, e começou bem a missão de defender seu título.
Com um elenco estrelado e sob comando de Pep Guardiola, o Bayern entrou em campo com a torcida esperando um novo show. Houve, sim, um belo espetáculo, mas não apenas do lado bávaro. Valente, o Gladbach equilibrou o jogo, especialmente no segundo tempo, tirou os anfitriões da zona de conforto, mas não teve força suficiente para buscar um resultado melhor.
Kroos, Ribery e Robben comemoração Bayern de Munique contra o Borussia Moenchengladbach  (Foto: Agência Reuters)Robben comemora com seus companheiros o primeiro gol do Bayern (Foto: Agência Reuters)
No fim, as atuações de Ribéry, infernal pela esquerda, e Robben, autor de um gol e uma assistência, fizeram a diferença. Mandzukic e Alaba completaram o placar, enquanto Dante, contra, diminuiu para os visitantes.
Eficiente, Bayern pula na frente
Não demorou muito para o Bayern mostrar sua força. Logo nos primeiros minutos, os bávaros começaram a tocar a bola, empurraram o Gladbach para a defesa e iniciaram a pressão. Ela deu resultado aos 11 minutos, quando o goleiro Ter Stegen saiu jogando errado, e a bola caiu nos pés de Ribéry, que deu um lindo passe para Robben. O holandês, com um belo toque de primeira, tocou na saída do arqueiro rival e abriu o placar.
Guardiola Bayern de Munique e Borussia Moenchengladbach (Foto: Agência Reuters)Satisfeito? Guardiola começa a Bundesliga com o pé direito (Foto: Agência Reuters)
Apesar da vantagem, o Bayern continuou pressionando o Gladbach, que não conseguia sair jogando e acabou castigado novamente aos 14 minutos. Em cobrança de falta pela direita de Robben, Ribéry desviou, Ter Stegen não segurou, e Mandzukic só empurrou para o fundo das redes: 2 a 0.
Teoricamente, a partida estava definida, com o poderoso Bayern construindo uma vantagem confortável, e o assustado Gladbach sem conseguir trocar passes. Surpreendentemente, os visitantes melhoraram após os dois gols sofridos. Pareceram se livrar da pressão de encarar os grandes favoritos.
Muller Bayern de Munique e Borussia Moenchengladbach (Foto: Agência Reuters)Arango, destaque do Gladbach, disputa a bola
com Thomas Müller (Foto: Agência Reuters)
Gladbach vai ao ataque
Com um trio de meias de qualidade – Herrmann, Arango e Raffael -, o Gladbach se rearrumou e foi à luta. Aos 17, o meia brasileiro invadiu a área e chutou para fora. Logo depois, ele recebeu na meia-lua, mas chutou fraco, e Neuer defendeu.
O Bayern ainda ameaçava, aproveitando principalmente a partida inspirada de Ribéry, mas um vacilo deu emoção à partida: aos 45, Arango avançou pela esquerda e cruzou rasteiro. Dante tentou cortar, mas enganou Neuer e empurrou a bola contra as próprias redes. Era o sopro de esperança dos visitantes.
Animado, o Gladbach iniciou o segundo tempo no ataque, buscando o empate, sem se importar que do outro lado estava o atual campeão europeu e alemão. A postura surpreendeu o Bayern, que não conseguia implementar o estilo de Guardiola, com troca de passes e domínio territorial. A partida tornou-se um vai e vem frenético, com as duas equipes buscando o gol em velocidade e deixando espaços generosos na defesa.
Ao Gladbach, faltou mais qualidade no ataque. A equipe até chegava bem à área rival, mas pecava muito na finalização. Em duas oportunidades, os chutes de seus atacantes foram bloqueados por companheiros. Em outra chance, o mérito foi de Neuer, que defendeu o arremate de Kruse, aos 11 minutos.
Pênaltis encerram reação dos visitantes
A correria só parou por conta de um lance polêmico. Aos 21, Müller recebeu dentro da área, errou o domínio, mas a bola bateu na mão de Domínguez. O árbitro Tobias Welz marcou pênalti, mas, na cobrança, o meia do Bayern teve o chute defendido por Ter Stegen. O problema é que, no rebote, Domínguez novamente vacilou e colocou o braço na bola. Na nova chance, Alaba assumiu a responsabilidade e não desperdiçou: 3 a 1 para o Bayern.
Depois da confusão, o Gladbach desanimou e não conseguiu mais ameaçar o Bayern. Aos poucos, os bávaros conseguiram fazer o jogo que queriam: toque de bola no meio de campo, administrando o resultado, controlando a partida até o apito final.

CORINTHIANS

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