HOJE GRANDE FINAL DO CAMPEONATO MUNICIPAL DE FUTSAL SUB - 16, AS DUAS EQUIPES QUE ESTÃO NA FINAL SÃO, GRÊMIO CRAQUE CAMISA 10 E UGA - UGA FUTSAL. A CURIOSIDADE DA FINAL, É QUE AS DUAS EQUIPES SÃO PARTICULARES, O UGA - UGA É UMA ESCOLA DE FUTSAL E O GRÊMIO CRAQUE CAMISA 10 É UMA ESCOLA DE FUTEBOL. BOA SORTE LOGO MAIS, E QUE VENÇA O MELHOR.
CAMPANHAS DO GRÊMIO CRAQUE CAMISA 10 E DO UGA - UGA FUTSAL
GRÊMIO----- 08 - 01 - 00 - 47 - 09
UGA - UGA - 08 - 00 - 01 - 45 - 13
VITÓRIAS, EMPATES, DERROTAS, GOLS FEITOS E GOLS TOMADOS.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
MUNDIAL DE CLUBES
'Os que venceram a Copa Toyota e a Copa Intercontinental são campeões', diz secretário-geral. Torneio chega à décima edição com a chancela da entidade
São dez edições de Mundial de Clubes organizado pela Fifa e mais de uma década de saia justa para a entidade em uma questão que envolve dezenas de equipes pelo planeta: quem são, efetivamente, os campeões mundiais de futebol. A entidade só dá reconhecimento oficial àqueles que ganharam as nove edições realizadas sob sua tutela até hoje: Corinthians (2000 e 2012), São Paulo(2005), Internacional (2006), Milan (2007), Manchester United (2008), Barcelona (2009 e 2011) e Internazionale (2010). A questão é como tratar os vencedores das edições anteriores, na época considerados campeões mundiais, mas em torneios sem o selo do órgão (Copa Toyota ou Copa Intercontinental). Após várias polêmicas, a Fifa adotou o discurso de que o primeiro vencedor de um Mundial foi o Corinthians, no Brasil, mas o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, usou um tom mais conciliador no Marrocos (sede do torneio neste ano).
Na terça-feira, Valcke foi questionado sobre o assunto pelo GloboEsporte.com, durante entrevista coletiva, em Marrakesh, uma das sedes do Mundial de 2013. Foi polido. Disse que os campeões anteriores têm o direito de se considerar campeões, porque ficaram para a eternidade como vencedores daquela disputa, mas não disse que a Fifa os considera campeões mundiais. É o caso também do Palmeiras de 1951, campeão da Copa Rio.
- Os que venceram a Copa Toyota e a Copa Intercontinental são campeões. Mudar a fórmula é normal, aconteceu muitas vezes mesmo com a Copa do Mundo. O importante é que uma competição sempre deixa um campeão, e isso fica para a história – disse ele.
Na terça-feira, Valcke foi questionado sobre o assunto pelo GloboEsporte.com, durante entrevista coletiva, em Marrakesh, uma das sedes do Mundial de 2013. Foi polido. Disse que os campeões anteriores têm o direito de se considerar campeões, porque ficaram para a eternidade como vencedores daquela disputa, mas não disse que a Fifa os considera campeões mundiais. É o caso também do Palmeiras de 1951, campeão da Copa Rio.
- Os que venceram a Copa Toyota e a Copa Intercontinental são campeões. Mudar a fórmula é normal, aconteceu muitas vezes mesmo com a Copa do Mundo. O importante é que uma competição sempre deixa um campeão, e isso fica para a história – disse ele.
(Foto: Reuters)
É um discurso ameno, político, mas diferente do disse o presidente da Fifa, Joseph Blatter, em 2007, no Japão, ao ser questionado sobre o Palmeiras de 51:
- O campeão do primeiro Mundial de Clubes da Fifa é o Corinthians – sentenciou o dirigente.
É uma questão de discurso. Cabe reparar que Valcke não diz que os vencedores da Copa Toyota e da Copa Intercontinental podem se considerar campeões mundiais: diz que podem se considerar campeões. E Blatter não diz que o Corinthians é o primeiro campeão mundial: diz que é o primeiro campeão mundial da Fifa.
A entidade pisa em ovos. Em 2005, quando o atual formato do Mundial foi implementado de vez, em seu site oficial, a Fifa fez um texto louvando os campeões anteriores, contando a história daquelas competições.
- Apresentamos os 26 clubes que foram nomeados campeões mundiais – dizia o texto.
Mesmo o Mundial de 2000, realizado sob seu crivo, já causou constrangimentos. O torneio de 2005, no Japão, foi tratado mais de uma vez como o primeiro Mundial de Clubes – discurso que depois precisava ser corrigido, como aconteceu naquele ano com o então secretário-geral da Fifa, Urs Linsi.
- O campeão do primeiro Mundial de Clubes da Fifa é o Corinthians – sentenciou o dirigente.
É uma questão de discurso. Cabe reparar que Valcke não diz que os vencedores da Copa Toyota e da Copa Intercontinental podem se considerar campeões mundiais: diz que podem se considerar campeões. E Blatter não diz que o Corinthians é o primeiro campeão mundial: diz que é o primeiro campeão mundial da Fifa.
A entidade pisa em ovos. Em 2005, quando o atual formato do Mundial foi implementado de vez, em seu site oficial, a Fifa fez um texto louvando os campeões anteriores, contando a história daquelas competições.
- Apresentamos os 26 clubes que foram nomeados campeões mundiais – dizia o texto.
Mesmo o Mundial de 2000, realizado sob seu crivo, já causou constrangimentos. O torneio de 2005, no Japão, foi tratado mais de uma vez como o primeiro Mundial de Clubes – discurso que depois precisava ser corrigido, como aconteceu naquele ano com o então secretário-geral da Fifa, Urs Linsi.
Hoje, sempre que se refere ao torneio, a Fifa inclui a competição de 2000, em que o Corinthians foi campeão ao bater o Vasco no Maracanã. Mas se arrepende da forma como ocorreu aquele torneio, com dois grupos de quatro equipes cada. Os europeus viajaram ao Brasil claramente desinteressados. O Manchester United sequer avançou para a disputa de terceiro lugar, na qual oReal Madrid perdeu para o Necaxa, do México, nos pênaltis. A final com dois brasileiros convenceu a Fifa a jamais permitir que duas equipes do mesmo país voltassem a disputar um Mundial.
Em 2007, outro constrangimento envolveu o Palmeiras. O clube paulista chegou a ser reconhecido como campeão mundial por ter conquistado a Copa Rio de 1951 – muito parecida com o Mundial de 2000. Mas a Fifa mudou de ideia e jamais homologou o título – até por medo de abrir o precedente para que várias outras equipes fizessem o mesmo.
Assim, quando fala em Mundial de Clubes, a Fifa não cita o Palmeiras, tampouco os títulos de Santos (1962 e 1963), Flamengo (1981), Grêmio (1983) e os dois primeiros do São Paulo, em 1992 e 1993. Em eventos oficiais em épocas de Mundiais, o material oficial da entidade parte do torneio de 2000.
Assim, quando fala em Mundial de Clubes, a Fifa não cita o Palmeiras, tampouco os títulos de Santos (1962 e 1963), Flamengo (1981), Grêmio (1983) e os dois primeiros do São Paulo, em 1992 e 1993. Em eventos oficiais em épocas de Mundiais, o material oficial da entidade parte do torneio de 2000.
O próprio site da Fifa tem páginas dedicadas aos principais clubes do mundo. E os textos fazem distinção entre ser campeão do Mundial de Clubes e ser campeão dos torneios anteriores. A do São Paulo, por exemplo, diz que ele tem uma Copa do Mundo de Clubes da Fifa e duas Copas Intercontinentais.
A polêmica, claro, serve para aquecer rivalidades. O Inter, em 2006, ao ganhar o Mundial, fez questão de usar o nome da Fifa em cada frase dita sobre a conquista, tentando se diferenciar do Grêmio, campeão mais de duas décadas antes, em 1983. O Corinthians faz o mesmo. O São Paulo fica em um meio-termo, visto que ganhou a disputa nos dois formatos.
Os vencedores pré-2005 argumentam que na época não havia outra forma de disputa e que, consequentemente, o duelo entre o campeão sul-americano e o campeão europeu servia para determinar o campeão mundial – como de fato eram conhecidos. É a falta da chancela da Fifa que gera a discussão.
Enquanto isso, o Mundial chega a sua décima edição. Nesta quarta-feira, a partir de 17h30m, Raja Casablanca, do Marrocos, e Auckland, da Nova Zelândia, decidem que enfrentará o Monterrey, do México, nas quartas de final. É daí que sairá o adversário do Atlético-MG nas semifinais. O GloboEsporte.com acompanhará a partida em Tempo Real.
MUNDIAL DE CLUBES
Foto de festa do Corinthians vira painel em entradas do Stade Adrar, inaugurado às pressas em outubro. Palco receberá quatro jogos, um deles do Bayern de Munique
Seis quilômetros separam o Stade Adrar do centro de Agadir. A distância é suficiente para colocá-lo quase como fora do mapa, num contraste do que representa a cidade costeira mais famosa do Marrocos. Em vez da praia de águas cristalinas, uma aparência de deserto dá o tom nas cercanias, com imensa área inexplorada e a Cordilheira do Atlas ao fundo. Por ali está também uma espécie de “formigueiro gigante”, o palco de 45.480 pessoas que receberá os quatro primeiros jogos do Mundialde Clubes de 2013. E com um toque de Brasil.
Naturalmente o Atlético-MG está representado com os seus escudos por todos os cantos onde há a referência aos participantes da atual edição. Mas próximos aos portões de entrada há outro clube em destaque: o Corinthians, campeão da competição da Fifa em 2012 ao derrotar o Chelsea, no Japão. A foto do capitão Alessandro erguendo a taça com seus companheiros virou um painel - espalhado pelos arredores do estádio.
Vem da Alemanha, porém, a maior expectativa do povo local. Graças a um sorteio, o Atlético-MG teve o seu destino ligado apenas a Marrakesh, enquanto o poderoso Bayern de Munique, de Franck Ribéry e tantas outras estrelas do quilate da Liga dos Campeões, será o responsável por finalizar a participação de Agadir no Mundial. Os bávaros farão a primeira semifinal contra o vencedor de Guangzhou Evergrande, da China, e Al Ahly, do Egito, no próximo dia 17.
Naturalmente o Atlético-MG está representado com os seus escudos por todos os cantos onde há a referência aos participantes da atual edição. Mas próximos aos portões de entrada há outro clube em destaque: o Corinthians, campeão da competição da Fifa em 2012 ao derrotar o Chelsea, no Japão. A foto do capitão Alessandro erguendo a taça com seus companheiros virou um painel - espalhado pelos arredores do estádio.
Vem da Alemanha, porém, a maior expectativa do povo local. Graças a um sorteio, o Atlético-MG teve o seu destino ligado apenas a Marrakesh, enquanto o poderoso Bayern de Munique, de Franck Ribéry e tantas outras estrelas do quilate da Liga dos Campeões, será o responsável por finalizar a participação de Agadir no Mundial. Os bávaros farão a primeira semifinal contra o vencedor de Guangzhou Evergrande, da China, e Al Ahly, do Egito, no próximo dia 17.
Antes, já nesta quarta, ocorrerá a abertura do torneio com o duelo entre os marroquinos do Raja Casablanca e os neozelandeses do Auckland City, às 17h30 (de Brasília), com transmissão ao vivo do SporTV e acompanhamento em Tempo Real no GloboEsporte.com. Entre a segunda e esta terça-feira, o Stade Adrar recebeu os retoques finais: placas de publicidade, testes com a tecnologia na linha do gol (pela primeira vez na África), ajustes no sistema audiovisual.
SAIBA MAIS
As preocupações se justificam. O estádio foi inaugurado às pressas, em outubro, dez anos depois de ter suas obras iniciadas. Na época, o Marrocos concorria à vaga de país-sede daCopa do Mundo de 2010. Como perdeu para a África do Sul, houve um período de quatro anos em que a construção foi paralisada. O Stade Adrar só voltou a ser erguido em 2007, mas dificuldades financeiras novamente adiaram os planos. Ele só ficou pronto há dois meses após um orçamento de aproximadamente R$ 200 milhões e teve o amistoso entre a seleção marroquina e a África do Sul como jogo inaugural. Ambos empataram por 1 a 1.
Depois do Mundial, o próximo grande plano do Stade Adrar será ser protagonista da Copa Africana de Nações de 2015, que terá o Marrocos como sede. O Hassania Agadir, campeão nacional duas vezes na última década, é o único clube a usufruir do "formigueiro gigante".
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CORINTHIANS
Mano é confirmado e inicia sua segunda passagem pelo Corinthians
Contratação do técnico é oficializada pelo clube, e vínculo vai até o fim de 2014. Treinador será apresentado no dia 3 de janeiro
O acordo que estava costurado há algumas semanas foi, enfim, oficializado. Mano Menezesfoi anunciado nesta quarta-feira como novo técnico do Corinthians. A missão é difícil: substituir Tite, comandante nos últimos três anos e meio e campeão da Taça Libertadores e do Mundial de Clubes em 2012. Em sua segunda passagem pelo clube, Mano terá o desafio de manter o nível de conquistas e reformular uma equipe que caiu muito de produção no segundo semestre de 2013. Ele será apresentado no dia 3 de janeiro. O contrato vence no dia 31 de dezembro de 2014.
- É a segunda vez que vou ocupar este cargo e espero poder atender a confiança em mim depositada, mantendo o Corinthians sempre entre os primeiros. Sei que os tempos são outros, mas espero que as vitórias conquistadas nos últimos anos só tenham reforçado o espírito de união que conheci e admirei na minha primeira passagem - falou o técnico, em comunicado divulgado em seu site oficial.
Mano era nome bem visto pela diretoria do Corinthians - especialmente o presidente Mário Gobbi - desde sua saída do Flamengo, em setembro. Com a ideia de não renovar o contrato de Tite, Gobbi viu no ex-flamenguista o técnico ideal para comandar a reformulação do elenco.
- Sempre disse, porque acredito muito nisso, que os adversários devem estar do lado de fora do Parque São Jorge e que, quando todos entendemos isso, as chances de sucesso aumentam muito. O Corinthians nos últimos anos vem tornando realidade tudo que a Fiel sempre sonhou. Foram conquistados a Libertadores, o Bi-mundial e está sendo terminado o estádio próprio - acrescentou Mano Menezes na mesma nota.
De acordo com o diretor de futebol do Timão, Roberto de Andrade, o clube não entrou em contato com nenhum outro nome para substituir Tite. O dirigente admite que outros treinadores foram cogitados, mas conversas mesmo só com Mano.
- Quando você senta à mesa para conversar, logicamente surgem alguns nomes. Foram citados outros treinadores, mas não fizemos contato com ninguém. Partimos diretamente com o Mano, que prontamente aceitou o convite do Corinthians. Ele ainda não assinou contrato, mas o vínculo vai até 31 de dezembro de 2014.
Entre dezembro de 2007 e julho de 2010, Mano Menezes conquistou três títulos pelo Timão: Série B de 2008, além de Campeonato Paulista e Copa do Brasil de 2009. Ele foi contratado logo depois da queda corintiana para a segunda divisão e aceitou o convite de tentar reconduzir o clube à elite.
Em seu início, Mano comandou mudanças drásticas e montou um elenco mesclado por promessas das categorias de base e reforços que apareceram na Série A de 2007. Assim, chegaram o zagueiro Chicão, do Figueirense, o lateral-direito Alessandro, do Santos, e o atacante Herrera, de passagem pelo Grêmio.
Ainda em formação, o Corinthians chegou à final da Copa do Brasil, na qual foi derrotado pelo Sport, no Recife. Depois disso, novos jogadores turbinaram a equipe: os volantes Cristian e Elias, além do meia Douglas, formaram o meio-campo titular na reta final da Série B e viraram ídolos, cada um à sua maneira. O atacante Dentinho também foi destaque.
Em 2009, Mano participou da chegada de Ronaldo Fenômeno e o tornou peça central do time. O craque teve seu último grande ano como profissional, mesmo acima do peso, sendo figura decisiva nas conquistas do Paulistão e da Copa do Brasil daquele ano. No Brasileiro, o Corinthians fez campanha razoável e, já garantido na Libertadores, terminou em décimo.
O terceiro ano de Mano teve uma decepção coletiva e uma satisfação pessoal. Com reforços do calibre do lateral Roberto Carlos, o Timão entrou como favorito na Libertadores, fez a melhor campanha da primeira fase, mas acabou eliminado pelo Flamengo nas oitavas de final, no Pacaembu. A campanha não diminuiu o prestígio do técnico, que começou a ser tratado como favorito a substituir Dunga na seleção brasileiraapós a Copa de 2010.
Em julho, logo após o Mundial, a confirmação: Mano Menezes foi chamado para dirigir o Brasil e deixou o Timão no fim daquele mês, carregado pelos jogadores e festejado pela torcida após uma vitória sobre o Guarani. Mano deixou o Corinthians na liderança do Campeonato Brasileiro – terminaria a disputa em terceiro lugar, após uma passagem frustrada de Adilson Batista e o início da era Tite.
No total, Mano tem 185 jogos pelo clube, com 103 vitórias, 49 empates e 33 derrotas. Seus times marcaram 320 gols e sofreram 165. O aproveitamento do Corinthians no período foi de 65% dos pontos.
BRASILEIRAO 2013
Times podem ter posições na classificação final do Brasileirão trocadas caso STJD tire pontos de Portuguesa e Flamengo e dê três pontos ao Vasco
A última rodada foi realizada no fim de semana, mas o Campeonato Brasileiro de 2013 está longe de chegar ao fim. A parte de baixo da tabela da competição, que agitou as últimas rodadas, continua dando o que falar, e até a situação dos rebaixados pode sofrer alteração. Com Portuguesa e Flamengo correndo risco de perder quatro pontos cada um por terem escalado jogadores de forma irregular no último jogo, e o Vasco tentando conquistar três pontos através da impugnação da partida contra o Atlético-PR, as classificações finais de Fluminense, Vasco, Flamengo e Portuguesa podem ser trocadas por decisões extracampo.
Na situação atual, Fluminense e Vasco foram rebaixados, com 46 e 44 pontos, respectivamente, ao lado de Ponte Preta e Náutico. Caso Portuguesa e Flamengo percam pontos no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o Fluminense seria o grande beneficiado, escapando da degola e empurrando a Lusa, que passaria a ter 44 pontos, para o seu lugar. O Rubro-Negro, atual 11º colocado, desceria para o 16º lugar, com 45 pontos, mas permaneceria na Série A. Só cairia se apenas ele perdesse os pontos, sem a companhia da Portuguesa. Nesse cenário, os 45 pontos do Flamengo o deixariam no Z-4, em 17º lugar. A Lusa manteria seus 48.
O Flamengo ainda poderia entrar na lista dos quatro últimos caso, além de perder seus pontos, o Vasco tenha deferido no Tribunal o recurso que anula a goleada sofrida para o Atlético-PR - paralisada por 73 minutos, 13 a mais do que o permitido pelo regulamento da CBF, devido à briga entre as torcidas. Neste caso, escapariam tanto o Vasco, que passaria a ter 47 pontos, quanto o Fluminense, com os mesmos 46. E deixariam em seus lugares o rival Flamengo, com 45 pontos, e a Portuguesa, com 44.
O STJD já está ciente dos casos de Portuguesa e Flamengo e, segundo o procurador geral Paulo Schmitt, a CBF deve enviar ao Tribunal uma notícia de infração ainda nesta quarta-feira. Expulso contra o Bahia, o meia Héverton cumpriu suspensão automática diante da Ponte Preta e foi julgado na última sexta-feira pela 4ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Pegou dois jogos de suspensão e deveria cumprir mais um contra o Grêmio no último domingo. Mas foi relacionado e entrou aos 32 minutos do segundo tempo do empate por 0 a 0. A própria CBF entrou em contato com a entidade nesta terça-feira para perguntar se Héverton havia conseguido um efeito suspensivo para entrar em campo. A resposta foi negativa. A punição seria a perda de quatro pontos (três mais o número de pontos conquistado no jogo).
Já o recurso pedido pelo Vasco chega ao STJD nesta quarta-feira, e a decisão está nas mãos do presidente do Tribunal, Flavio Zveiter. O clube da Colina tenta a anulação do jogo contra o Atlético-PR, conseguindo assim os três pontos que evitariam o rebaixamento. No caso do Flamengo, o lateral André Santos também teria atuado de forma irregular. Expulso contra o Atlético-PR na segunda partida da final da Copa do Brasil, o jogador foi outro a ser julgado na última sexta e pegou um jogo, mas mesmo assim enfrentou o Cruzeiro no sábado. André tinha ficado fora do jogo contra o Vitória, primeiro depois da final contra o Furacão, mas não contou como suspensão. Por ser partida de outra competição, ela não é tida como caso de automática. Somente após o julgamento da última sexta ficou caracterizada a necessidade de se cumprir a punição.
Além disso, a Procuradoria Geral do STJD denunciou o Atlético-PR, o Vasco, as federações de futebol do Paraná e de Santa Catarina e o árbitro Ricardo Marques Ribeiro como responsáveis pelo incidente ocorrido na Arena Joinville no domingo, quando torcedores dos dois times se enfrentaram na arquibancada. Não há risco de perda de pontos nesse julgamento, marcado para 13h de sexta-feira. Os clubes podem ser multados em até R$ 100 mil e perderem até 20 mandos de campo
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BRASILEIRAO 2013
Orlando Cordeiro de Barros diz que Lusa ainda não foi comunicada pelo STJD de qualquer irregularidade na escalação de Héverton e insinua processo político
A Portuguesa ainda vive o susto de poder disputar a Série B em 2014 por causa da escalação do meia Héverton, que teria de cumprir suspensão contra o Grêmio, na última rodada do Campeonato Brasileiro, mas atuou. Diante da ameaça de cair por uma irregularidade e, assim, permitir a permanência doFluminense na Série A, o vice-presidente jurídico da nova gestão da Lusa, Orlando Cordeiro de Barros, acusa o rival carioca de tentar uma "virada de mesa".
– O Fluminense está de alguma maneira tentando fazer uma virada de mesa. Hevérton pode muito bem ter a pena convertida em cestas básicas, por exemplo. Se tivéssemos agido de forma errada, o Tribunal já teria comunicado, pelas informações e a celeuma que está sendo criada. Nós agimos dentro da lei e estamos dentro dos prazos. Eu não vou me manisfestar sobre algo que nem aconteceu ainda. A Portuguesa não foi comunicada de nada. Se não é um processo jurídico, é um processo político. Temos que fazer a coisa dentro de uma racionalidade. Perdeu no campo, aceite a sua derrota e volte dentro do campo. Nós estamos tranquilos, pegando um clube em grande dificuldade. Acertamos tudo, e o presidente está se programando para fazer uma gestão ativa – explicou Orlando, que chega ao clube com o corpo diretivo de Ilídio Lico, novo presidente a partir de janeiro.
– Não tem porque a Portuguesa perder ponto se está dentro da lei. Tecnicamente, eu não vejo como a Portuguesa perder pontos, mas politicamente não dá para saber. Se o Fluminense não tivesse caído, isso estaria acontecendo? O Héverton cumpriu suspensão automática de um jogo. A publicação da pena se deu no primeiro dia útil após o jogo. Qualquer coisa fora disso é inventar um ordenamento.Barros continuou a criticar uma possível queda da Lusa e a consequente permanência do Fluminense na Série A, insinuando que a força política do clube carioca fará a diferença no caso. Para ele, a punição de Héverton só deveria valer na segunda-feira.
A Portuguesa não tem como estar tranquila. Nós temos de estar muito atentos. É mais uma tentativa de virada de tapete, algo que já vem acontecendo há anos no país. Há um movimento político muito grande de uma equipe do Rio, que já fez isso no passado
Orlando Cordeiro de Barros, vice jurídico da Portuguesa
– A Portuguesa não tem como estar tranquila. Nós temos de estar muito atentos. É mais uma tentativa de virada de tapete, algo que já vem acontecendo há anos no país. Há um movimento político muito grande de uma equipe do Rio, que já fez isso no passado. Estamos atentos, nós como clube e a sociedade brasileira em geral – acrescentou Orlando Cordeiro de Barros.
O advogado Osvaldo Sestário foi contratado pelo clube para acompanhar o julgamento da última sexta-feira no STJD. O vice-presidente da Portuguesa, Roberto dos Santos, chegou a falar que Sestário informou ao clube que Héverton teria pego só uma partida de suspensão, diferente da decisão divulgada pelo STJD de dois jogos.
O vice jurídico diz ainda que, mesmo com a confirmação da suspensão por dois jogos, a Portuguesa ainda teria tempo de recorrer da decisão. Ele preferiu não comentar o caso de Sestário.
– Eu não posso falar se um colega deveria ter feito ou não isso. Cada profissional tem a sua conduta, sua postura. Ele não é funcionário do clube. A Portuguesa está nos prazos para recorrer
O Héverton não tem de cumprir dois jogos.
– Eu não posso falar se um colega deveria ter feito ou não isso. Cada profissional tem a sua conduta, sua postura. Ele não é funcionário do clube. A Portuguesa está nos prazos para recorrer
O Héverton não tem de cumprir dois jogos.
Expulso contra o Bahia, o meia Héverton cumpriu suspensão automática diante da Ponte Preta e foi julgado na última sexta-feira pela 4ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Pegou dois jogos de suspensão e deveria cumprir mais um contra o Grêmio no último domingo. Mas foi relacionado e entrou aos 32 minutos do segundo tempo do empate por 0 a 0 contra a equipe gaúcha.
O STJD já está ciente do caso e, segundo o procurador geral Paulo Schmitt, a CBF deve enviar ao Tribunal uma notícia de infração nesta quarta-feira. A própria CBF entrou em contato com a entidade nesta terça-feira para perguntar se Héverton havia conseguido um efeito suspensivo para entrar em campo. A resposta foi negativa. A punição seria a perda de quatro pontos (três + o número de pontos conquistado no jogo), situação que rebaixaria a Lusa para a Segunda Divisão com 44 pontos e salvaria o Fluminense
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COPA 2014
Água que toma conta das proximidades do estádio chega a cobrir parte da calçada
A forte chuva que cai no Rio de Janeiro voltou a atingir o Maracanã. Nesta quarta-feira, no entorno do estádio, as ruas estão cobertas por água e os acessos estão completamente alagados. Na parte interna, não houve qualquer tipo de dano, já que a água não entrou, ao contrário do que aconteceu após o temporal da última quinta-feira. Acompanhe em tempo real as consequências das chuvas na cidade.
Na última sexta-feira houve problemas no estádio. Um deles foi com o banco de reservas, coberto por água. As salas de entrevista coletiva de imprensa, estacionamento VIP, banheiros e corredores internos ficaram inundados. A água invadiu o local principalmente pelo setor Leste. Em uma das bandeirinhas de escanteio, era possível ver as poças, na ocasião.
Em março deste ano, em apenas 30 minutos o estádio recebeu um volume de 90mm (número considero alto) na chuva que atingiu o Rio, com o estádio ainda em construção. Em 2010, antes do fechamento para obras, um jogo do Flamengo chegou a ser adiado na Libertadores.
Segundo especialistas, o problema está no tipo de terreno onde o Maracanã está localizado: originalmente um mangue, a área encontra-se abaixo do nível do mar. Além do Rio Maracanã, outros rios que formam a Bacia Hidrográfica do Canal do Mangue, como o Joana, são indicados como motivos para o grande volume de água em dias de forte chuva.
Segundo especialistas, o problema está no tipo de terreno onde o Maracanã está localizado: originalmente um mangue, a área encontra-se abaixo do nível do mar. Além do Rio Maracanã, outros rios que formam a Bacia Hidrográfica do Canal do Mangue, como o Joana, são indicados como motivos para o grande volume de água em dias de forte chuva.
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