terça-feira, 9 de abril de 2013

CORINTHIANS



Sem saber, Barbara Berlusconi



 'ajudou' Pato a acertar com o Timão


Atacante revela que estava na final da Libertadores em 2012 e que o carinho dos torcedores na ocasião pesou na decisão de jogar no Corinthians


No começo de 2013, o futebol brasileiro foi surpreendido. Em uma operação milionária (R$ 40,5 milhões), o Corinthians, de forma ousada, tirou o atacante Alexandre Pato do Milan. O jogador de 23 anos assinou por quatro temporadas e se transformou na principal estrela da equipe. Mas pouca gente sabe como começou essa paixão do atacante pelo time do Parque São Jorge. (assista ao vídeo).

- No ano passado eu estava na final da Libertadores. A Barbara (Berlusconi, namorada do jogador), ia chegar às 4h do dia seguinte. Falei com o Gilmar Veloz, meu empresário, e pensei em ir para o jogo e depois a buscaria no aeroporto. E ali, mesmo eu não sendo jogador do Corinthians, já recebi o carinho dos torcedores. Isso ajudou a minha vinda - revelou Pato no "Bem, Amigos!"
Pato e Barbara Berlusconi Corinthians (Foto: Alan Morici / Ag. Estado)Barbara Berlusconi e Pato assistem Corinthians x União Barbarense (Foto: Alan Morici / Ag. Estado)
Pato saiu do Brasil em 2007 e rumou para a Itália, onde teve bastante sucesso vestindo a camisa rubro-negra do Milan. E desde que retornou para o Brasil ele tem mostrado que a fama de implacável dentro da área permanece. Em 13 jogos com a camisa do Corinthians, ele já anotou cinco gols. Além disso, ele voltou a ser chamado para defender a seleção brasileira. Por isso a opção de Pato em acertar com o Timão parece ter sido a melhor escolha.

- Tive muitas propostas para sair do Milan em janeiro. Escolhi sair do Milan porque era um momento muito bom. Escolhi o Corinthians porque é um clube que tem uma estrutura muito boa, estrutura médica. Um treinador muito bom. E isso pesou bastante. E também tive a aproximação com a torcida.

O Corinthians volta a campo na próxima quarta-feira, quando encerra a sua participação na fase de grupos da Taça Libertadores, recebendo o San José, de Oruro, às 22h, no Pacaembu
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CORINTHIANS



Dupla serve de modelo em lançamento de novo uniforme corintiano nesta segunda-feira. Estreia é nesta quarta, contra o San José


Paulinho Pato camisa Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)Paulinho e Pato mostram as novas camisas
(Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)
Paulinho e Alexandre Pato foram os “modelos” responsáveis pela apresentação da nova camisa do Corinthians, na tarde desta segunda-feira, no CT Joaquim Grava. Inspirado no título brasileiro de 1990, primeiro da história do clube, o modelo apresenta gola e mangas na cor preta, bem parecido com a camisa da época. Os dois jogadores haviamapresentado a camisa durante a tarde, por meio de redes sociais, e voltaram a aparecer mais tarde diante de dezenas de câmeras.
- Achei muito importante para o Corinthians valorizar a história com essa camisa, o ano de 1990 deu um título muito importante com gol do Tupãzinho. Não vejo a hora de jogar com ela na quarta-feira – disse Pato.
O modelo estreia na partida contra o San José, no Pacaembu, pela última rodada da primeira fase da Taça Libertadores. O uniforme antigo foi aposentado após a vitória por 2 a 0 sobre o São Bernardo, domingo.

Ídolo da conquista de 90, Tupãzinho participou do lançamento da camisa após ter sido homenageado com um “Gol de Muro”, pintura que relembra seu gol na final daquele ano, contra o São Paulo. Ele vestiu um modelo desenhado especialmente para os torcedores, que vai custar menos nas lojas.
A camisa alternativa foi apresentada por Paulinho e é listrada, semelhante a modelos que o clube utilizava nas décadas passadas. Este uniforme terá sua estreia no próximo domingo, contra o Linense, pelo Campeonato Paulista. As duas camisas trazem no peito o distintivo da Fifa com a alusão à conquista do Mundial de Clubes, em dezembro.
A versão idêntica à dos jogadores vai custar R$ 299,00, enquanto a alternativa, para os fãs, será vendida por R$ 199,00
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NOTICIAS



Setorização de pesquisa mostra força local dos gaúchos na preferência do público. Grêmio lidera estudo, seguido de perto pelo Inter. Corinthians é o 3º


Encabeçados por Flamengo e Corinthians, os clubes do Sudeste dominam quatro das cinco regiões do Brasil em termos de torcida. Porém, a história não se repete no Sul do país. A Pluri Stochos Pesquisas e Licenciamento Esportivo, empresa de consultoria esportiva que realizou uma pesquisa divulgada em março, revelou mais detalhes da setorização do estudo. Nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, os clubes gaúchos dominam a preferência do público local. O Grêmio lidera com 18,9% dos entrevistados, mas é seguido de perto pelos torcedores do Internacional, com 16,4%.
pesquisa região sul (Foto: arte esporte)
Todos os estados do Sul estão representados entre os mais votados. Só depois dos dois gaúchos é que os clubes do Sudeste dividem torcida na região, mas em escala bem inferior a Grêmio e Inter. O Corinthians aparece em terceiro lugar, com 10,3%. O Flamengo vem na sequência com 4,9%, seguido de perto por várias equipes: São Paulo (4,6%), Palmeiras (4,5%), Atlético-PR (4,5%), Santos (2,9%), Avaí (2,4%), Coritiba (2,4%), Figueirense (2,2%), Vasco (1,5%), Criciúma (1,4%) e Fluminense (1%). O somatório dos torcedores de outros times equivale a 3,9% dos entrevistados.
A pesquisa nacional foi conduzida em 146 municípios, em todos os 26 estados e mais o Distrito Federal, e ocorreu entre novembro de 2012 e fevereiro de 2013. A amostra compreende 21.049 entrevistados, acima de 16 anos. Em todo o Brasil, a torcida do Fla lidera com 16,8%, 2,2% a mais que os torcedores do Corinthians. Ainda segundo o estudo, 20,8% da população brasileira não torcem para qualquer clube. A margem de erro para o universo pesquisado é de 0,68%.
Confira o ranking das torcidas na Região Sul:
1º) Grêmio - 18,9%
2º) Internacional - 16,4%
3º) Corinthians - 10,3%
4º) Flamengo - 4,9%
5º) São Paulo - 4,6%
6º) Palmeiras - 4,5%
7º) Atlético-PR - 4,5%
8º) Santos - 2,9%
9º) Avaí - 2,4%
10º) Coritiba - 2,4%
11º) Figueirense - 2,2%
12º) Vasco - 1,5%
13º) Criciúma - 1,4%
14º) Fluminense - 1%
Outros clubes - 3,9%
Não torcem para nenhum clube - 18,4%

NOTICIAS



Atacante revela ajuda de colegas e pedido da mãe para trocar de uniforme com o argentino, se diz confiante na vaga e afirma que é outro 'taticamente'


O PSG está em situação delicada na Liga dos Campeões. Nesta quarta-feira, precisará vencer o poderoso Barcelona no Camp Nou para avançar à semifinal (ou empatar a partir por 3 a 3). Seria esse o maior triunfo, até o momento, da passagem de Lucas pela equipe francesa. Mas, pelo menos, o atacante já tem outro prêmio do confronto contra os catalães: o uniforme de seu ídolo. Na semana passada, o brasileiro deixou o Parque dos Príncipes com o empate e a camisa 10 de Lionel Messi.
Como nada contra o Barça é fácil, conseguir a recordação também foi uma novela. A camisa de Messi foi um pedido da mãe de Lucas, que teve ajuda de dois “empresários”: o lateral-esquerdo Maxwell, seu companheiro no PSG, e o lateral-direito Daniel Alves, um dos melhores amigos do argentino no time espanhol.
- O Maxwell jogou com ele, eles são amigos. Ele pediu para o Messi trocar comigo, e ele aceitou numa boa. Como ele saiu no intervalo, eu pedi para o Daniel Alves, que disse que estava tudo certo. No fim do jogo, o Daniel levou a camisa do Messi para mim, e pegou a minha para dar a ele - explicou o atacante em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM.
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Lucas psg camisa messi barcelona  (Foto: Alexandre Lozetti)Lucas com o 'prêmio' conquistado no empate contra o Barcelona de Messi (Foto: Globoesporte.com)
Nesta terça-feira, a delegação francesa viaja a Barcelona para a árdua missão de conseguir a classificação. Adaptado à vida europeia, Lucas é só elogios ao técnico Carlo Ancelotti, e diz que tem aprendido muito na parte tática. Paris também já se tornou uma paixão do brasileiro, que classifica a cidade como “encantadora”. A saudade do Brasil, no entanto, é forte, é o que mais incomoda o jogador, reforço mais caro da era milionária do PSG. Uma saudade que ele espera matar, ao menos em parte, na Copa das Confederações.
- Apesar de todas as dificuldades, é o nosso país, o país que a gente ama, conhece a cultura, e só esse entusiasmo de falar a língua portuguesa nos motiva ainda mais. Jogar no Brasil será uma inspiração grande.
Confira a entrevista completa abaixo:
GLOBOESPORTE.COM: Enfrentar o Barcelona foi a realização de um sonho, talvez um dos maiores no futebol europeu?
Lucas Thiago Silva PSG (Foto: Reuters)Lucas e Thiago Silva comemoram o empate do
PSG contra o Barça na última terça (Foto: Reuters)
LUCAS: Sem dúvida, foi uma experiência maravilhosa. Com apenas 20 anos poder disputar uma Liga dos Campeões contra o Barcelona é muito bacana. Estou aprendendo muito, procurando tirar o máximo proveito dessa experiência. Foi uma honra, um prazer, como está sendo tudo para mim.
Você disse que está aprendendo muito. Em que seu futebol mais melhorou até agora?
Aprendi bastante na parte tática, melhorei meu posicionamento. Tenho que jogar sem a bola, né. Aqui cobram muito, todo mundo tem de marcar, fazer sua função dentro de campo. No Brasil aposta-se muito na qualidade técnica, e a parte tática fica um pouquinho de lado.
E o Ancelotti é um cara paciente para te ensinar tudo isso? A relação com ele é boa?
Ele é uma pessoa muito bacana, do bem, tem paciência para falar o que quer que eu faça. A gente usa bastante os brasileiros para me ajudarem na comunicação quando não entendo o que ele fala, mas é uma pessoa excelente.
A situação do PSG é difícil na Liga. A classificação é possível?
Aquela ansiedade de jogar contra o Barcelona, viver um sonho de criança, passou no primeiro jogo. Deu para tirar um pouquinho do nervosismo. Agora é entrar com a cabeça mais tranquila. Eles têm uma grande equipe, são favoritos, mas a gente tem elenco para vencer, passar à próxima fase. Vamos nos concentrar bastante, focar no jogo. Será mais um jogo da minha vida.
E o Messi? Como foi enfrentá-lo?
Ele é diferente, não é a toa que foi eleito quatro vezes o melhor do mundo. Sou fã dele, é meu ídolo, muito rápido, forte, pega a bola e vai sempre em direção ao gol com muita qualidade. Foi uma honra enfrentá-lo.
Jordi Alba Lucas PSG (Foto: Reuters)Lucas persegue Jordi Alba: atacante diz ter evoluído taticamente no futebol europeu (Foto: Reuters)
O que mais te impressionou nele de dentro do campo?
A qualidade de conduzir a bola muito próxima do pé e a força quando arranca. É muito difícil parar, ele não cai, vai sempre em direção ao gol com dribles curtos. É muito imprevisível.
Então você torce para ele não se recuperar a tempo de jogar na quarta?
(risos) Se ele puder ficar fora iria nos ajudar. Ele é um astro, um ídolo, um gênio. Se ele jogar, espero que não esteja tão inspirado.
E você ficou com a camisa dele?
Pois é, consegui pegar. Minha mãe pediu, e eu também já queria. Comentei com o Maxwell, que jogou com ele, é amigo, e pedi para ele falar com o Messi, que aceitou numa boa. Como ele saiu no intervalo, pedi para o Daniel Alves, que disse que estava tudo certo. No fim do jogo, o Daniel levou a camisa do Messi para mim, e pegou a minha para dar a ele.
Então o Messi também está com a sua?
Carlo Ancelotti Leonardo PSG (Foto: Reprodução / Site Oficial)Carlo Ancelotti ao lado de Leonardo: italiano foi
elogiado por Lucas (Foto: Reprodução / Site Oficial)
Se o Daniel não pegou para ele, sim (risos).
Além da parte tática, que diferenças você destaca do futebol europeu para o brasileiro?
A estrutura dos estádios. É tudo organizado, certinho, as pessoas ficam bem próximas do campo. Não tem a violência que existe ainda entre torcidas no Brasil, com ônibus apedrejados, quebrados. O gramado é bem ralinho, sempre molhado. O clima é diferente, estava muito frio, agora já tem até sol. Sem falar que o estádio está sempre lotado com 40 mil pessoas, isso torna cada jogo muito emocionante.
E a torcida tem gritado seu nome em todos os jogos. Você sente esse carinho?
É verdade, eu sinto, e estou muito surpreso com isso. Apesar de já estar adaptado, não totalmente, eu não esperava por isso tão rapidamente. Tenho muito a melhorar ainda, mas gritam meu nome nos estádios, nas ruas. Havia uma expectativa muito grande na época da transferência, e estou conseguindo conquistar cada um aos poucos. É um carinho enorme, e me deixa muito contente.
Falta o primeiro gol, não é? Está ansioso?
Fica sempre a ansiedade de marcar o primeiro gol na Europa, na Liga dos Campeões, no Campeonato Francês, e poder comemorar com a torcida. Mas o importante é a equipe vencer, e eu conseguir ajudar. Na hora certa vai sair. Toda hora é boa, mas logo vai sair, e aí vai abrir a porteira.
lucas Leonardo psg fundação gol de letra (Foto: Divulgação / Site oficial do PSG)Lucas com Leonardo em evento da fundação 'Gol de letra' no domingo (Foto: Divulgação / Site oficial do PSG)
O PSG abriu sete pontos, está perto do título francês. É importante ganhar logo um campeonato para consolidar sua passagem e também o investimento do clube?
Sem dúvida, está se aproximando. É difícil, ainda faltam alguns jogos, mas temos tudo para sermos campeões, e coroarmos essa nova era do PSG, que não conquista um título faz tempo. Seria maravilhoso chegar campeão, quero ganhar tudo que disputo.
Quais as melhores e piores coisas de se morar em Paris?
Jogar no Brasil será uma inspiração grande"
Lucas, sobre a Copa das Confederações
São vários pontos positivos: a cidade é linda, encantadora, em cada canto há uma coisa diferente para se admirar, tirar foto, os restaurantes. A pior, sem dúvida, é a saudade do Brasil, dos amigos, da família, minha casa em São Paulo.
A Copa das Confederações, mesmo fora de São Paulo, pode te ajudar a matar essa saudade?
Sem dúvida. Seja onde for, espero estar lá para matar a saudade de estar com nosso povo. Apesar de todas as dificuldades, é o nosso país, o país que a gente ama, conhece a cultura, e só esse entusiasmo de falar a língua portuguesa nos motiva ainda mais. Jogar no Brasil será uma inspiração grande, sabendo que teremos a torcida do nosso lado, com mais cobrança também, mas poderemos fazer bons jogos com a empolgação da torcida.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

UFC COMBATE




'Spider' conta que já ajudou bastante irmão mais novo, que está se reabilitando: 'É uma coisa que assola o mundo inteiro e o Brasil'


ufc são paulo anderson silva (Foto: Agência Getty Images)Anderson Silva (Foto: Getty Images)
Campeão dos pesos-médios do UFC, Anderson Silva é considerado um exemplo de saúde e disciplina, mas até o melhor lutador do mundo tem seus problemas pessoais e familiares. A presidente da Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba, Márcia Fruet, revelou recentemente, em entrevista à revista "Documento Reservado", que um dos frequentadores do instituto, que atende dependentes químicos na cidade, é irmão do "Spider". Em entrevista exclusiva aoSPORTV.COM, o atleta confirmou ter um irmão dependente químico.
- Infelizmente é uma coisa que assola o mundo inteiro e o Brasil principalmente. Tenho, sim, um irmão por parte de mãe, que foi para Curitiba comigo. Eu fui com quatro anos, ele foi com dois anos de idade. Minha tia criou não só a mim, mas a ele também. Toda a atenção e carinho que eu tive, ele também teve, como todos os meus outros irmãos, mas, infelizmente, ele acabou se envolvendo com coisas erradas. Toda a família tentou ajudar, a gente tentou ajudar várias vezes, mas não houve uma resposta dele para que a gente pudesse ajudar de forma mais intensiva. Precisou ele entender o quanto aquilo estava fazendo mal a ele para se reabilitar. Toda minha família o apoiou para conseguir tratamento. Eu o ajudei muitas vezes, mas não gosto de falar disso, porque acho que não tem nada a ver. Eu ajudei muito, até muito antes de ter essa fama toda, sempre busquei passar os exemplos que recebi dos meus irmãos e dos meus tios que me criaram, porque temos isso naturalmente na nossa casa, de obedecer e ouvir a ordem de comando do irmão mais velho. É algo natural que temos na nossa casa e passamos para os nossos filhos e sobrinhos. Infelizmente, aconteceu, não é só na minha família que tem uma pessoa dependente química ou coisa parecida - declarou Anderson.

O campeão dos pesos-médios contou que o irmão, cuja identidade permanece em sigilo, está se recuperando do vício, que deixou sua tia desesperada.
- Tem tantas famílias que acabam sofrendo e tendo problemas com isso. Eu me lembro da minha tia sofrendo muito com a situação, me lembro dela chorando sozinha pelos cantos, achando que tinha falhado com meu irmão. "Meu filho mais novo, falhei com ele"... Mas não foi falha dela. As drogas estão em todo lugar, as más companhias estão em todo lugar. Infelizmente, não tem muito o que a gente fazer. Graças a Deus, agora ele está se recuperando, e espero que ele entenda o quanto é importante ele se recuperar, porque ele tem os sobrinhos, os sobrinhos dos sobrinhos, ele tem uma família que o ama e que vai estar sempre disposta para ajudá-lo em qualquer situação, que é o que sempre fizemos. Mas eu sou o "Spider" do MMA, não sou o Homem-Aranha dos quadrinhos que pode salvar todo mundo - afirmou
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COPA 2014



Comunicado oficial garante que após a atual reforma, que já atingiu 95% de conclusão, estádio estará pronto para o Mundial e para os Jogos de 2016


O governo do Estado do Rio de Janeiro divulgou nota oficial, na tarde desta segunda-feira, afirmando que o Maracanã não será fechado para novas obras após a atual reforma para a Copa das Confederações e para a Copa do Mundo.de 2014.
Na nota, o governo garante que mantém contato constante com o Comitê Rio 2016 e que as solicitações do Comitê Olímpico Internacional (COI) serão negociadas de forma harmônica, evitando, assim, um novo fechamento do Maracanã antes dos Jogos de 2016. O estádio será palco das cerimônias de abertura e fechamento das Olimpíadas.
Maracanã teste de iluminção (Foto: Genilson Araújo / O Globo)Maracanã está quase concluído para a Copa (Foto: Genilson Araújo / O Globo)
Fechado desde setembro de 2010, o Maracanã está quase pronto para a Copa das Confederações. Atualmente, 95% das obras foram concluídas e o estádio terá seu primeiro evento-teste no dia 27 de mês, com o jogo amistoso entre amigos dos ex-jogadores Ronaldo e Bebeto. A partida será aberta somenta para funcionários do estádio e seus familiares.
Confira a nota do governo do Rio de Janeiro na íntegra
Diferentemente do que foi publicado por alguns veículos de comunicação, o Governo do Estado do Rio de Janeiro esclarece que o estádio do Maracanã não será fechado para novas obras após a conclusão das que ocorrem atualmente e que deixarão o estádio pronto para receber a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016.
Vale ressaltar que o Governo do Estado mantém contato constante com o Comitê Rio 2016 e que há entendimento entre tais autoridades para a preparação adequada para a realização dos Jogos Olímpicos. É preciso deixar claro que as exigências e padrões internacionais são observados nas intervenções. Há, porém, solicitações que, naturalmente, sempre são negociadas entre as partes de forma harmônica.
Não haverá, portanto, qualquer obra de modificação do estádio do Maracanã após a que está sendo agora finalizada - salvo as do Complexo (fora do estádio propriamente dito) e que constam como encargos do futuro concessionário, já discriminadas no Edital de Licitação.

ESTADUAIS 2013



Jogador se lesiona durante aquecimento, árbitro empurra jogador, liminar paralisa Estadual, e jogadores comemoram pertinho dos torcedores. Confira


Teve de tudo um pouco neste fim de semana. Um número que cai do uniforme, uma camisa que é dada de presente a um policial pidão, um vestiário depredado, um protesto que paralisa um jogo, uma liminar que para um Estadual... e teve até gol do Rhayner! Confira o Teve Isso! desta segunda
Mesmo sem querer
E finalmente saiu aquilo que não acontecia há mais de dois anos. Quando eram decorridos 14 minutos do segundo tempo de Resende x Fluminense, o atacante Rhayner fez  jogada pelo lado direito, indo até a linha fundo, e mesmo sem ângulo, arriscou. O estádio Raulino de Oliveira foi ao delírio, e o atacante recebeu abraços dos colegas tricolores, beijos do enfezado técnico Abel Braga. Mas foi bem sincero ao comentar o feito:
- Fui cruzar a bola. Foi uma jogada de sorte. A sorte está virando - confessou Rhayner, após fechar a vitória de 2 a 0 do Flu.
O gol de Rhayner abre o Teve Isso!, pois, afinal de contas, ele não marcava há mais de dois anos e dois meses (83 jogos). Ele ainda atuava pelo Barueri, na derrota por 3 a 1 para o Mogi Mirim.
Bruno Fernandez, torcedor do Remo, não escondeu a insatisfação com a paralisação do Parazão (Foto: Arquivo pessoal)Bruno Fernandez: 'Torcedor para o pato'
(Foto: Arquivo pessoal)
Não teve isso: semifinais do Parazão
Aconteceu na madrugada de sexta para sábado: quatro times concentrados para jogos decisivos para começar a definir quem decidiria o segundo turno do Campeonato Paraense, quando a Federação Paraense de Futebol recebe a notificação de que o STJD aceitou deferiu o pedido de liminar do Santa Cruz de Cuiarana (entenda o caso). Resultado: nada de Re-Pa, nada de bola rolando, e tudo de tapetão no caminho do Estadual.
Torcedor do Remo, o publicitário Bruno Fernandez estava ansioso para o clássico com o Paysandu. Com o ingresso na mão, restou apenas o sentimento de frustação e a esperança de que todo esse imbróglio seja resolvido logo, com o recomeço da competição estadual.
– O torcedor que "paga o pato" da briga entre a Federação (Paraense de Futebol) e o Santa Cruz-PA.
Pia do vestiário do Engenheiro Araripe destruída (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Pia do vestiário do destruída
(Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Vestiário depredado
Após a vitória da Desportiva Ferroviária sobre o Aracruz por 2 a 1, neste sábado, resultado que colocou o time grená na liderança do Capixaba 2013, o presidente grená Wilson de Jesus teve uma desagradável surpresa ao visitar o vestiário visitante do estádio Engenheiro Araripe: o vaso sanitário e a pia foram destruídos.
- Neste domingo, vou me reunir com o nosso diretor de futebol e vamos fazer um boletim de ocorrência. Isso é lamentável - disse o dirigente grená.
O presidente do Aracruz, Washington Scarpati, afirmou que não sabia de nada do que aconteceu no vestiário após a partida. Mesmo assim, não poupou críticas as acomodações do estádio, que chamou de 'chiqueiro'.
- Desconheço essa informação e estou surpreso. Aliás, aquele lugar onde nós ficamos nem é um vestiário. É um chiqueiro. O lugar não estava pronto para receber ninguém - criticou o presidente.
Aquele empurrãozinho
O Sport ligou o turbo, goleou pela segunda vez (5 a 1 no Belo Jardim), garantiu a classificação para as semifinais do Pernambucano e parece ter engrenado de vez na temporada. Mas durante a partida deste sábado, na Ilha do Retiro, nem tudo estava funcionando bem.
Ao entrar em campo para tentar retirar um jogador lesionado do gramado, o carro-maca do estádio rubro-negro pifou. Nada fazia com que o automóvel funcionasse. O jeito foi chamar três pessoas bem dispostas e pedir aquela ajudinha. O carro foi empurrado até a beira do gramado, para delírio da torcida, que como já via o time vencer, ria à toa.
Guarany de Sobral, Guarany de Juazeiro, Romeirão, Confusão (Foto: Normando Sóracles/Agência Miséria de Comunicação)Confusão no duelo cearense entre os Guaranis
(Normando Sóracles/Ag. Miséria de Comunicação)
Confusão com Guaranis cearenses
Uma confusão protagonizada por dirigentes, torcedores e jogadores do Guarani de Juazeiro impediu o fim do jogo. A partida estava empatada por 0 a 0 quando, aos 43 minutos do segundo tempo, após pênalti marcado pelo árbitro Cesar Magalhães sobre o atacante Marciel, do Guarany de Sobral, integrantes da diretoria e da torcida do Guaraju invadiram o gramado do Romeirão, em Juazeiro do Norte. Um torcedor chegou a agredir o assistente Anderson Farias.
O trio de arbitragem ainda tentou fazer com que o atacante Marciel sobrasse a penalidade, mas jogadores adversários, dentro da grande área, o impediram. Então, o árbitro deu a partida por encerrada, mesmo sem cobrança e acréscimos.
- Vamos aguardar o tribunal, porque isso é uma palhaçada - afirmou o zagueiro Júnior Alves, do Guarany de Sobral.
Confusão na partida entre Guarani de Juazeiro e Guarany de Sobral (Foto: Normando Sóracles/Agência Miséria de Comunicação)Torcedores, dirigentes, jogadores, árbitros, policiais, falta mais alguém?
(Foto: Normando Sóracles/Agência Miséria de Comunicação)
E foi para a galera!
A inauguração da Arena Fonte Nova não foi marcada apenas pela goleada do Vitória por 5 a 1 em cima do arquirrival Bahia. O que também chamou a atenção foi a proximidade com que jogadores e torcedores rubro-negros comemoraram alguns dos gols.
Renato Cajá percebeu no segundo gol que o torcedor estava muito mais acessível. Aos cinco minutos do segundo tempo, enquanto Maxi Biancucchi e os companheiros vibravam com o golaço do argentino, por cobertura, o meia corria para abraçar os torcedores. Mais tarde, aos 12, quase toda a equipe se aglomerou na escada para comemorar o gol de Michel junto à torcida.
Jogadores do Vitória comemoram gol com a torcida na Arena Fonte Nova (Foto: Reprodução SporTV)Jogadores do Vitória comemoram gol com a torcida
(Foto: Reprodução SporTV)
Mas a boa notícia veio mesmo por parte da Polícia MIlitar. Segundo 2° Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), situada no Barbalho e que cobre a área, o clássico foi marcado pelo clima pacífico em relação à segurança. Dentro ou no entorno do estádio, não foi registrado nenhum caso policial antes, durante ou depois o jogo.
- Foi tudo tranquilo. Isso se deve a um conjunto de ações, ao comportamento dos torcedores, ao planejamento da segurança que foi feito. Na madrugada inteira, já tínhamos rondas específicas, que percorreram pontos de ônibus, estações de transbordo. Tiveram alguns atendimentos, mas não foram relacionados a agressões, como torcedor que passou mal. Graças a Deus, não teve problema - explicou o major, logo após o jogo.
Sai do bolo, D'Ale!
O domingo não foi nada bom para o Internacional, que estreou camisa, masperdeu para o Veranópolis por 1 a 0, pelo Gauchão. E o inferno astral do meia D'Alessandro continua forte. Ele, que já tinha sido expulso na vitória sobre o  Rio Branco-AC, no Acre, voltou a ter problemas com o homem do apito. Aos 25 minutos da segunda etapa, depois de sofrer falta, foi para cima do adversário para tomar satisfação. Mas o árbitro Fabrício Neves Correa se meteu e o empurrou.
O gringo evitou comentar o lance. Disse que não lembrava, mas entende que não merecia a bronca.
- O que eu fiz? Não falo mais da arbitragem. Vocês sabem o nível dela. Vou tomar cartão porque a arbitragem tem vontade de me dar cartão, de me tirar do jogo? Eu já sabia antes do Acre o que aconteceria. Quem não gosta do D’Alessandro que não assista ao jogo.
Um número que cai
Um fato curioso marcou a vitória do Vasco sobre o Friburguense, por 2 a 1, neste domingo, em São Januário. Já no fim da partida, o número 4 da camisa do lateral cruz-maltino Nei caiu, deixando o atleta com as costas limpas em campo. Pouco depois, ele deixou o gramado e pegou a camisa de Fellipe Bastos, que já havia sido substituído. O detalhe é que o volante joga com o número 21. O quarto árbitro observou a mudança na numeração, mas permitiu que Nei voltasse a campo e jogasse até o fim do jogo com o número novo.
Nacional de Patos, Ruan, Paraíba, Campeonato Paraibano, lesão (Foto: Richardson Gray / Globoesporte.com/pb)Ruan sente lesão após pisão no buraco
(Foto: Richardson Gray / Globoesporte.com/pb)
Lesão no aquecimento
O meia-ofensivo Ruan, do Nacional de Patos, fazia aquecimento com os colegas enquanto seu time era derrotado pelo Auto Esporte no Estádio da Graça, em João Pessoa (3 a 1). Mas o jogador sequer chegou a ajudar seu time, porque minutos antes de entrar em campo, pisou em um buraco do gramado e voltou mancando para o banco de reservas com dores no tornozelo e sem condição de jogar.
- Começamos a aquecer perto do goleiro Mauro, e eu acabei colocando o meu pé dentro de um buraco gigante que tinha por lá. É muito frustrante saber que eu viajei todo esse tempo para a capital e não ter condição para jogar por causa de um buraco que não deveria existir. É preciso rever a situação desse gramado - comentou Ruan, que viajou cerca de 300 km da cidade sertaneja até João Pessoa.
Camisa para quem precisa de camisa
Uma virada do seu time conquistada nos acréscimos em cima do maior rival, é um fato inesquecível para o torcedor, seja ele quem for. E prova disso foi o que aconteceu em Avaí 2 x 1 Figueirense, domingo, na Ressacada.
O meia Marquinhos comemorava feliz e saltitante a vitória do Leão, rodopiando a camiseta alvianil no aro, quando ao passar por um policial, recebeu um pedido, que não chegou a ser propriamente uma intimação. Percebendo que a autoridade estava disposta a levar a lembrança, o meia acabou deixando a relíquia com o policial, sem polemizar ou tentar argumentar. Tudo bem. A paixão clubística costuma aparecer justamente em momentos como este
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CORINTHIANS

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